Quanto abordamos um Assunto, a Nossa Verdade, é aquela que conta. Não há dúvidas sobre isso mas, temos de contemplar as pessoas que emitem Opiniões sobre o mesmo assunto porque a Nossa Verdade não Corresponde à Verdade deles.
Quanto a isso nada a estranhar até porque sendo a Raça Humana composta por Seres Pensantes cada um de nós pode interpretar uma coisa que esteja a ver, de uma forma diferente de outra, mesmo vendo a mesma coisa.
A verdeade Contestada, deve sempre ser acompanhada por uma Nota Justificativa a fim de podermos Aceitar ou Refutar essa Verdade porque o SIM PORQUE SIM E O NÃO PORQUE NÃO são coisas que não entram na minha maneira de ser. Para além disso todas as Verdades devem ser Aceites ou Contestadas mas sempre baseadas na Educação porque esta, é fundamental em toda a nossa Vida.
Infelizmente, tenho encontrado neste Espaço, pessoas que somente Contestam Negativamente, Sem Fundamentos, e utilisando uma Linguagem Agressiva e por vezes duma "Má Criação" que Brada aos Céus. Não os Culpo porque assisto a cenas na nossa AR entre Deputados que são de uma Agressividade NADA PRÓPRIA DE SERES ELEITOS PARA REPRESENTAREM PORTUGAL E O NOSSO POVO. Bastará ver os Debates televisivos da AR na TV e ficamos desde logo a ver a QUALIDADE dos nosso Deputados.
Por isso mesmo tenho de desculpar e tenho desculpado Atitudes de Má Educação e Agressividade neste Espaço porque aquilo que eles aprenderam, aprenderam a aprtir de pessoas que não deram exemplos mas sim Fomentaram esse estado de Coisas.
Posto isto, e porque não sou Professor - terefa àrdua - tenho de admitir que a forma de pensar e expressões usadas, sejam diferentes daqueles que me foram ensinadas quando era menino e moço.
Este meu Comentário - não tenho a ousadia de o apelidar de Artigo - tem a ver como Facto de PODERMOS E DEVERMOS comentar aquilo que se nos é dado ler neste Espaço mas sempre Concordando ou Discordando mas paralelamente Apresentando Propostas ou Alternativas para melhorar um Tema que tenha sido Colocado ou Denunciado.
Volto a Repetir Não porque Não, não aceito; e o Sim porque Sim, Idem.
Atrevo-me a solicitar aos Colegas Amigos e Não só, que ao Comentarem um Artigo ou Comentar um Comentário, o façam mas sempre acompanhado de uma Opinião (a Vossa) a qual poderá ser de uma utilidade imensa mas se não for, nada de mal virá ao mundo porque pelo menos Demonstraram Vontade em Ajudar a Resolver Problemas.
Finalmente termino como sempre pedindo a máxima compreensão pelo texto que acabo de escrever porque não ser Jornaliste nem Escritor e consequentemente...
A propósito de VERDADES faço aqui as seguintes perguntas:
-Será verdade como desde há séculos ensina a Santa Madre Igreja,
que Deus criou o Universo e o Mundo que habitamos e depois o
primeiro Homem-Adão e duma costela dêste,a primeira mulher-Eva?
-Será verdade que èsse Deus Criador falou com Moisés no Monte
Sinai e lhe entregou as Tábuas da Lei com os Dez Mandamentos?
-Será verdade que devido ao pecado original de Adão e Eva,pecado
êste que se estendeu a todos os seus descendentes,(um absurdo)êsse Deus bíblico Criador de tudo o que existe,visível ou invisível, como Senhor Soberano e Ditador saguinário exigiu,como ensina a
Igreja cristã,que seu «Filho»viesse ao Mundo com figura humana para sofrer e morrer no Calvário,expiando assim o pecado original
apaziguando a sua ira divina e assim ficar remida a Humanidade?
Será verdade que o lendário Jesus palestino,depois com o nome grego de Cristo«Filho»do Deus bíblico que é o Padre Eterno dos
cristãos,depois de morto e enterrado,tivesse resuscitado e subido
ao Céu? Será verdade que a mãe dêsse Jesus lendário tivesse ficado
grávida de um Anjo enviado por êsse tal Deus bíblico,e depois do
parto tivesse ficado virgem?Será verdade que depois de morta tivesse sido levada pelos Anjos,para o Céu?Será verdade que ela
tivesse aparecido em Lourdes e em Fátima?
Este artigo fala, apenas (e dir-me-á o escritor do artigo se estou enganada), de "verdades" ops "convicções" dos seres dialogantes e racionais dentro de uma conversa tentando distinguir entre "verdades" ops "convicções" passíveis de concenso através do diálogo...
Não trata, pensava eu, de "verdades" ops "convicções" teológicas!!!
No entanto se estiver enganada o autor do artigo que me diga pois aí temos de fazer entrar em jogo as várias (imensas) teologias existentes...
Obrigada
Pela deficiencia de funcionamento da lista completa do forum da Visão dado que se recebe aviso de publicação e depois os artigos não são publicados...
Declaro que vou continuar a tentar publicar e comentar na Visão mas vou publicar em simultâneo em
Convido todos que acreditarem numa imprensa (digital) livre a lerem os meus artigos nesse endereço acima e se entenderem comentar agradecia...
Convido, ainda, todos os que entenderem que lhes cortam a palavra e os artigos a fazerem uma conta (atenção que devem faver, para que as pessoas não tenham receio de comentar, uma configuração especial para só registar o ip dos users anónimos que comentarem os vossos artigos) lá e publicarem em simultâneo na Visão e no livejournal.com! Se me quiserem convidar para ler os artigos no livejournal agradeço...
Boa tarde caro C.S.R.
Não prentendo com a minha intervenção contestar o seu artigo ou a sua verdade. Apenas o meu bichinho da escrita volta e meia acorda e lá vou eu. Ao ler este seu artigo, lembrei-me de uma crónica que escrevi há quase 5 anos, sobre as verdades absolutas e que ao voltar a ler, continuo a sentir e pensar assim. Por isso, que me perdoem os que não gostam de ler grandes textos, mas é um dos defeitos que tenho por falar pouco.
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Há quem diga ou afirme que há verdades absolutas.
Sim… já sei que o amarelo é sempre amarelo, porque alguém chamou amarelo a essa cor (porque se chama cor à palavra cor?)
Para alguns, o amarelo é tão só a versão do cinzento da vida de muitos.
E quem diz o amarelo, diz outra cor qualquer.
Esta é a verdade que alguém ensinou a alguém durante milénios.
É neste tipo de verdade que construímos a nossa personalidade, estruturamos o nosso futuro.
Nas verdades absolutas. Que ninguém contesta. Porque ninguém tem argumentos para afirmar que o amarelo é… roxo.
Vivemos num mundo de verdades absolutas, mas superficiais.
Ainda há a outra verdade. Aquela que está dentro de cada um de nós, essa verdade que é só nossa, que é a pedra basilar do nosso eu. A nossa verdade nunca será igual à dos nossos amigos ou vizinhos mais próximos. Cada um tem as suas próprias verdades e convicções. O amarelo para uns é laranja, para outros é simplesmente o reflexo do branco.
Quando falamos nas nossas convicções mais profundas a alguém, chamam-nos loucos, insensatos. Acabamos por esconder a nossa verdade mais intimista.
Afinal ela é só nossa. Mais ninguém a compreende.
A cada experiência de vida que temos, as nossas verdades mudam, por vezes de forma drástica. Aquilo que acreditámos ser verdade durante anos passou a não ser.
Não se tornou necessariamente em mentira.
Simplesmente passou a ser uma não verdade.
A toda a hora nos questionamos sobre o que está certo ou errado, para a sociedade em que vivemos ou até para nós próprios. Afinal todos fomos educados debaixo da tirania da verdade dos outros.
Só quando nos é permitido pensar pela nossa própria cabeça, naquela fase em que contestamos tudo e todos, é que começamos na busca real da nossa verdade.
Uns mais tardiamente que outros, mas acabamos sempre lá.
Sei que a minha verdade é utópica, é um sonho desmesurado de paz, tranquilidade, simplicidade, felicidade, mas é a minha verdade. Chamam-me louca… dizem que isso não existe.
Mas aqui dentro acredito furiosamente na minha verdade. Não a imponho a ninguém. Só está comigo quem quiser e quem acreditar que a vida pode ser um pouco mais cor-de-rosa (ou será verde?).
Não sendo estas palavras de minha autoria... elas traduzem exactamente o que penso sobre a verdade. A autora das mesmas que desconheço, mas a quem são devidos os créditos da resposta está identificada no final no texto.
Desde pequenos nos confrontamos com as verdades dos outros! Desde amigos, pais, familiares, professores, conhecidos e mesmo desconhecidos, nos impõem as suas verdades. Cada pessoa acha que a vida e as formas de agir têm de ser a que elas professam, que no seu interior é a verdadeira.
Se não estamos de acordo de qualquer forma com a verdade dos outros surge de imediato o conflito. Sentimo-nos ameaçados, confrontados, julgamos sem lugar a dúvidas que o outro com opinião diferente não tem razão e fazemos de tudo para que a nossa verdade prevaleça como a única a ser seguida.
Argumentamos mentalmente, muitas das vezes com diálogos mentais e confrontos mentais com essas pessoas de forma a arranjar um modo de demonstrar que elas estão erradas. Muitas das vezes chegamos a confrontos directos, e no acalorar da discussão ultrapassamos a singeleza da questão, chegando a ofendermo-nos mutuamente, levando-nos à falta de respeito mútua.
Ninguém nos ensinou que cada um tem a SUA VERDADE!
Cada ser vivo é um mundo, desde que nasce começa a ter experiências que são únicas, exclusivas, irrepetíveis, cada uma com um teor emotivo único, e esse conjunto de experiências, conjuntamente com a sua personalidade, cria a sua verdade. Única!
(continua)...
Duas pessoas podem estar a viver a mesma situação, no mesmo lugar, ao mesmo tempo mas cada uma experimenta, pensa, emociona-se, age ou reage, de forma diferente.
Nunca sabemos o que vai na mente de outra pessoa. Nunca. E não julgue o contrário!!
Não temos consciência disso, e tal facto originam conflitos de toda a ordem, desde os mais simples aos mais complexos.
A minha Verdade não é a tua Verdade! Está na hora de cada um começar a entender que o outro é um ser distinto, que age, pensa, sente, reage de forma distinta.
Pensar na verdade do outro e respeitá-la, recebendo em troca o respeito do outro pela sua verdade, levar-nos-á à uma experiência de vida totalmente distinta daquela que se vive no nosso mundo, sem imposições, coações, desrespeitos, medos, confrontos, agressões, egoísmos e tudo o mais que nos leva a considerar e impor a nossa verdade.
E, pense nisto: a sua verdade é totalmente a única verdade, mas não se esqueça que a verdade do outro é também a sua única verdade.
Bem Hajam
http:/analuz-acaixadosmilagres.blogspot.com/2010/01/minha-verdade-não-e-tua-verdade
Cumprimentos,
Vera Borges.
Mais do que cada um ter a sua verdade, porque temos caracteristicas genéticas diferentes!
Mais do que cada um ter a sua verdade, porque tivemos aprendizagens diferentes!
Mais do que cada um ter a sua verdade, porque somos um conjunto de genética e aprendizagem (experiências) que se foram e vão moldando gradualmente e logo (como diz a Margarida) a verdade própria de cada um é uma coisa evolutiva (daí a possibilidade de evolução da sociedade através da junção das verdades evolutivas individuais)...
Temos de fazer evoluir a NOSSA verdade cordatamente e no respeito pela verdade do OUTRO... só assim podemos fazer evoluir a sociedade através da junção das verdades evolutivas individuais (CORDATAMENTE...)
Sem dúvida, como diz C.S.R., um simples SIM porque SIM ou NÃO porque NÃO não serve nem chega... Afinal existem tantas verdades quantos seres individuais existem no Mundo... Temos de "negociar" cordatamente e sem agressões as verdade individuais para que possamos evoluir e isso só o conseguimos explicando e justificando a NOSSA verdade aceitando que não é a UNICA verdade
Os comentadores anteriores pegaram no tema das verdades. Nada a apontar nem a discordar na generalidade, salvo alguns pormenores que não vale a pena aprofundar, principalmente porque este meu comentário se destina a pegar numa outra parte do artigo - sim, artigo, porque mais que comentário -, que é a parte do choque entre verdades - ou opiniões.
Opinar pressupõe que tanto quem o faz como quem recebe a opinião se respeitem nas suas diferenças e, sobretudo, que ambos estejam dispostos a abdicar da sua posição confortável de detentores da verdade, para procurar uma verdade comum que se fique pelo meio termo das duas verdades prévias. Se estas condições não se verificarem, qualquer manifestação de opiniões diferentes se traduz, na melhor das hipóteses, numa conversa de surdos em que cada um se limita a discorrer para si mesmo os argumentos com que se convenceu da sua verdade e, na pior, num conflito sem solução à vista.
Não quer dizer que duma discussão sempre nasça um meio termo; uma das partes poderá ser capaz de convencer plenamente a outra da sua razoabilidade e, assim, o interlocutor convencido adopta a opinião alheia como sua. Mas mesmo isto nunca será possível se ambos partirem para a discussão com a mente fechada a novas ideias.
Um aparte: desta vez, releu o artigo antes de publicar? Se sim, já terá valido a pena a nossa troca de ideias a propósito do artigo anterior e as nossas verdades caminham para uma comum.
Quero antes de mais e para não criar conflitos que li todos os comentários e o que seguidamente vou expor não se refere a ninguém em particular mas a todos os comentadores em geral.
Parece-me, salvo melhor opinião, que se tem estado a desvirtuar a palavra VERDADE. Acho que deveria ser substituída por convicção se outra mais adequada não se encontrar.
Porque a verdade sobre determinado facto é só uma e para o ser, carece de uma ou várias demonstrações. A verdade não pode ser contestada enquanto verdade porque a partir do momento em que seja contestada deixa de ser verdade para ser convicção ou entendimento. A verdade só pode ser substantiva. Porque um conceito adjectivo é sempre sujeito a mais do que uma interpretações.
Por isto e salvo diferente opinião não existe a minha verdade, a tua verdade, a verdade dele ou dela. Sobre um determinado facto existe uma só verdade. Podem pegar em qualquer exemplo para confirmação.
Li com atenção quase todos os comentários, feitos sobre este assunto, e na generalidade concordo também com praticamente todos. Depois de uma breve reflexão, questionei-me e julgo que a verdade só poderá ser uma, caso contrário não será verdade. Ainda sobre a verdade, será que ela poderá ser temporal? Penso que sim, o que hoje se considera verdade amanhã poderá não o ser. Ao longo dos anos temos diversos exemplos de afirmações que se consideravam verdadeiras e que com o decorrer dos tempos deixaram de o ser, devido a evoluções diversas, nomeadamente avanços tecnologicos e investigações várias. Por outro lado, não acredito muito na subjectividade da verdade, esta será só uma, embora que temporal.
Estou a cometer uma indelicadeza ao escrever - como resposta - sobre os Vossos Comentários ao meu Artigo e aos Comentários que foram feitos sobre ele.
Atentamente li aquilo que escreveram e li também mais uma vez aquilo que inseri nas poucas - infelizmente - respostas personalizadas que inseri.
Sobre elas acabo por concordar que nada me custa aceitas a mudança da palavra Verdade porque acaba por ser aquilo que penso (exceptuando caso "MATER") e também disse que existindo somente uma Verdade, Tudo Bem mas quando existem várias, Deve sempre Imperar o Consenso e o Bom Senso e não cair nunca no ridículo de dizer-mos que a NOSSA VERDADE É NOSSA E ÚNICA.
Assim peço-vos que aceitem as minhas desculpas por não me ser possível fisicamente responder a todos mas o tempo é escasso. Agradeço que não interpretem as respostas que fiz a alguns comentários, como Preferenciais mas sim Oportunas na Altura e somente isso.
Certamente que amanhã já terei mais oportunidades e alguns Comentários que li, poderão ainda serem comentados porque merecem.
Caros(as) Participantes neste Debate sobre Verdade.
Disse-Vos que hoje responderia a todos porque ontem foi-me totalmente impossível executar tal tarefa.
Li com cuidado Todos os Comentários sobre o Assunto e Constato que acabamos todos por termos a nossa Opinião sobre o assunto mas dissecando a Palavra e Passando por Todas as Áreas - até a Filosófica, constatei que todos temos nossa "Verdade" - "Opinião" - "Convicção", enfim todos têm a sua Razão naquilo que dizem e bem.
Fiquei imensamente contente porque assisti em TODOS os comentários, uma linguagem Séria e Cortês, o que denota Estatura Moral e Intelectual em todos os Intervenientes e não a Agressividade de Respostas que muitas vezes assistimos neste Espaço. Contente fiquei também porque Dialogando da forma como o fizemos, Demonstramos que entre seres Civilizados pode sempre existir Contestação e por vezes Aceitação de Ideias Contrárias à nossa mas se Bem Fundamentadas podem ser aceites e se as Refutarmos, serão Refutadas igualmente Sem Agressividade.
Por isto e por tudo o mais os meus Agradecimentos a todos aqueles que aqui estiveram e ainda poderão escrever porque o tema escolhido não foi de todo Mau.