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Turismo: Algarve tem 12 projectos de potencial interesse nacional em diferentes fases de desenvolvimento

Faro, 27 Mar (Lusa) - A região algarvia tem 12 projectos de potencial interesse nacional (PIN) no turismo e um do sector energético, afirmou o vice-presidente do Turismo do Algarve.

Lusa
23:20 Sexta feira, 27 de Mar de 2009

Faro, 27 Mar (Lusa) - A região algarvia tem 12 projectos de potencial interesse nacional (PIN) no turismo e um do sector energético, afirmou o vice-presidente do Turismo do Algarve.

Nuno Aires, que falava no debate "Projectos PIN e Investimentos Estruturantes no Algarve", adiantou que três dos projectos são no Concelho de Castro Marim e outros três em Loulé.

Lagos e Lagoa recebem dois projectos de potencial interesse nacional cada um e os concelhos de Silves e Portimão têm um cada.

Já a secretária da comissão de avaliação e acompanhamento dos PIN, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Madalena Oliveira e Silva, disse à margem do debate que existem três projectos do Algarve suspensos.

No Algarve, situa-se cerca de metade dos PIN em apreciação, acrescentou, não adiantando o número de projectos nesta situação.

Além dos 12 projectos de potencial interesse nacional, o Algarve tem também 16 projectos estruturantes, disse Nuno Aires.

O vice-presidente do Turismo do Algarve referiu que, com os novos projectos de potencial interesse nacional, a região terá mais 14 mil camas turísticas, "num esforço para contribuir para qualificar o destino".

Entre os projectos de potencial interesse nacional, as fases de desenvolvimento são diversas, e se o Parkalgar tem o autódromo com a quase totalidade do investimento concretizada, ou seja, 115 milhões de euros de um total de 200 milhões, alguns projectos ainda não têm data prevista de conclusão, como o Cidade Lacustre.

Este empreendimento, representado o maior investimento da lista dos 12 projectos de potencial interesse nacional apresentada pelo Turismo do Algarve, ao atingir mil milhões de euros.

Abrangendo 168 hectares, com áreas de habitação, comercial e turística, o Cidade Lacustre situa-se em Vilamoura (Loulé) e terá três mil camas distribuídas por duas unidades de cinco estrelas e dois aldeamentos turísticos.

O Amendoeira Golf Resort também mereceu o estatuto de projectos de potencial interesse nacional e, após um investimento de 400 milhões de euros, o seu promotor, o grupo Oceânico Developments, prevê inaugurar em 2010 um total de 1.187 camas turísticas.

Segundo dados do Turismo do Algarve, também para o próximo ano está marcada a conclusão do projecto Palmares Resort, em Lagos, ao qual o grupo Onyria destinou 300 milhões de euros para construir um hotel de cinco estrelas, com 200 quartos e 450 unidades turísticas e residenciais.

Em Castrim Marim irá instalar-se o Verdelago Resort, um investimento de 259 milhões de euros, com inauguração prevista para o primeiro trimestre de 2012.

EA.

Lusa/Fim

Palavras-chave   economia
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José Gonçalves Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 12:59 | Domingo, 29 de Mar de 2009
Eu,emigrante na Holanda desde 1964,agora reformado(85 anos),sou
algarvio natural de Boliqueime-Loulé,e acho de facto que é de todo
o interêsse,estas iniciativas para o desenvolvimento do Algarve e
consequentemente,do País.São empreendimentos luxuosos,os quais,
só os ricos podem disfrutarÉ triste,quando aí vou visitar os meus
familiares,ver as árvores,os campos desprezados.Dizem-me que
não compensa o trabalho agrícola.Os mais velhos já não podem,
e os mais novos, não querem cavar terrra p'ra cima dos pés.
No passado,o trabalho agrícola rendia,(para o proprietário da terra)quando o trabalho era de sol a sol.Quer isto dizer que só com
trabalho escravo(servo da gleba)é que a «coisa»rende.Qual será
a solução para que Portugal seja de facto um jardim à beira-mar
plantado?!Penso que para tal,é indispensável que a distribuição da
mais-valia,isto é,da riqueza resultante do trabalho seja mais equitativamente distribuída e claro está,cortar nos vencimentos
escandalosamente elevados dos «figurões» que se abotoam com
milhões e «correr»com os parasitas que nada produzem e vivem à
custa de quem trabalha.Para isso,é necessário,uma reforma de
alto a baixo,para separar o trigo do joio.A cada um,segundo o seu
trabalho,e segundo as suas capacidades,mas sem exorbitâncias.
Aqui na Holanda,apesar de haver mais justiça social,mais protecção
a quem vive com a mínima pensão(como é o meu caso)todavia,há
grande polémica no Parlamento sôbre os vencimentos exorbitantes,
de alguns.

Turismo em Portugal
Paulo Mateus (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Segunda feira, 30 de Mar de 2009
Ao ver estes investimentos no sector turistico algarvio fico com a esperança que o Algarve se torne um destino turistico de qualidade e não de quantidade, pois so assim podera contribuir decisivamente para a economia portugesa atraves de riqueza produzida mas tambem no desenvolviemto de um sector profissional altamente qualificado. Chega de tentar tornar o Algarve numa zona de turismo de massas. Para alem da falta de qualidade da mesma, é-nos impossivel competir com mercados como o espanhol ou turco.
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