Visão - Homepage
Faça aqui o seu
Subscreva dos feeds RSS da visão.pt
RSS
Assinaturas: Papel | Tablets e Vouchers | Digital
Convite aos Leitores: Deixe aqui a sua Opinião
Página inicial  >  Actualidade  >  Sociedade  >  Testemunhas confirmam agressões, não falam de ...

Bullying - Mirandela

Testemunhas confirmam agressões, não falam de suicídio e descrevem Leandro como "criança reguila"

Os testemunhos recolhidos pelas autoridades confirmam a existência de agressões no caso de Mirandela, não falam em suicídio e descrevem o Leandro como "uma criança reguila", disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
15:24 Segunda, 8 de Março de 2010
Partilhe este artigo:

A criança de 12 anos atirou-se ao rio Tua, terça feira, com alguns relatos a indicarem que se tratou de suicídio por alegada violência na escola e o caso a gerar um debate nacional sobre a problemática do bullying.

De acordo com a fonte, as versões recolhidas no inquérito judicial em curso, nomeadamente de alunos, professores e familiares, "coincidem no essencial" com o que tem sido veiculado na Comunicação Social relativamente ao percurso da criança no dia do sucedido.

Artigos Relacionados:
Faça login pelo Facebook e comente este artigo!
 
 
Aumentar texto  Aumentar texto Diminuir texto  Diminuir texto ImprimirImprimir Enviar por emailEnviar por email
Partilhe este artigo:
 
 
8 comentários
Página 1 de 1   
ordenar por:
mais votados ▼
!!!
AC_28 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:52 | Segunda, 8 de Março de 2010
Reguilas são as pessoas da escola, professores, funcionários... Esses sim são reguilas, fogem com o rabo à seringa... Têm um elevado nível de autismo... É interessante que se os pais vão à escola tirar satisfações eles reclamam que os pais querem controlar as escolas metem demasiado o "bedelho"... Mas se os pais não vão à escola é pq não se interessam, não querem saber e são maus encarregados de educação... Gostava de saber como é possível não ver este tipo de agressões... A ser como os pais e alguns alunos relatam, alguém tem que ser responsabilizado judicialmente, e não apenas o agressor com 17/18 anos...
Escola Pública = Segurança Zero
iupikaei (seguir utilizador), 1 ponto , 1:50 | Terça, 9 de Março de 2010
Eu sou professor do Ensino Público e tenho que concordar que não há qualquer segurança nas escola públicas, nem preocupação em contornar esta situação. Os assistentes operacionais (ex auxiliares de educação - mudam os nomes ...mas é tudo a mesmo coisa) pouco ou nada fazem nos recreios para estarem atentos aos alunos, às suas pequenas preocupações. Não têm paciência nenhuma e estão muito mal preparados pedagogicamente para trabalharem junto de crianças e jovens.
As escolas, conteúdos programáticos, disciplinas... está tudo igual há 40 e tal anos atrás e tanta coisa evoluiu... menos o ensino. Os alunos entram na escola aí aos 4 meses. E estão na escola aí umas 8 ou mais horas desde os 4 meses... (estou a generalizar mas é verdade) e o espaço escola é sempre o mesmo. Escolas essas construidas no tempo em que os alunos só tinham aulas de manhã e íam almoçar a casa... (vida boa) O espaço escola pública deverá ser mais atractivo em condições, actividades. E em vez dos professores andarem em tanta reunião, era bom conseguirem tempo para organizar palestras/encontros com os pais, alunos, professores, auxiliares onde pudesesm esclarecer tantas dúvidas e ansiedades. No fundo, quer-se tanto que os pais participem na vida escolar dos filhos mas não criam situações para que isso aconteça.
Ensino Público = não consigo ver uma luz no túnel...
ME deixe os professores trabalhar com zero reuniões , melhores espaços escolrares = dança, teatro, música a sério = alunos motivados e criativos
Criança reguila
NÃO TENTO (seguir utilizador), 1 ponto , 10:48 | Terça, 9 de Março de 2010
Mesmo sendo uma criança reguila, e sabendo isso, o que fez a escola para alterar a situação? Deixou que os colegas continuassem a agredir a criança, mesmo depois dos pais se terem queixado que o aluno era frequentemente agredido? Os auxiliares de educação não sabiam do caso? Há certamente ainda muita coisa a esclarecer.
Pequenos criminosos
anam (seguir utilizador), 1 ponto , 17:54 | Terça, 9 de Março de 2010
Exacto. As averiguações acabarão por provar o óbvio: a criança de 12 anos que se SUICIDOU é culpada. "Era reguila". Ainda bem que já encontraram o prevaricador: que alívio para todos! Afinal, sabe-se, a criança era "reguila". Faz lembrar o caso Casa Pia: os arguidos todos inocentes, coitados, e as vítimas uns marginais, vagabundos.
Ainda não se sabe que chegue para opinar
ferpin (seguir utilizador), 1 ponto , 18:50 | Quarta, 10 de Março de 2010
Pode ter havido erros graves na portaria, pode ter havido falta de pessoal nesse dia, pode o porteiro ter ido acorrer com urgência a um aluno alvo de bulling noutro local da escola... não sabemos, aguardemos.

Pode o Leandro ser uma vítima fulltime, pode ser uma vítima part-tim e bullista no restante, pode ser bullyista contra os professores (que chamamos a um aluno que perturbe de forma continuada o professor nas suas aulas, aproveitando-se da falta de poder que os professores hoje em dia têm)... não sabemos, aguardemos.

Pode ter sido suicídio, pode não ter sido, de qualquer modo desde o princípio achei estranho um aluno que combinou com a mãe vir buscá-lo à escola para ir aos ranchos, decidir suicidar-se, e arrumar a roupa direitinha no banco de jardim... não sabemos, aguardemos.
Os ditos adultos
Loverose (seguir utilizador), 1 ponto , 20:18 | Quinta, 11 de Março de 2010
É incrivel que como uma criança possa pensar no significado da palavra suicidio e o mais agressivo de tudo é pô-lo em prática. Realmente é triste e revoltante ver o caminho do nosso sistema de educação, sim, todos na escola em questão são culpados, todos esses ditos adultos. Fecha-se os olhos a um problema grave (e que existe há já muito tempo) e obtém-se estes resultados, não só este caso, mas os muitos casos de traumas escolares derivados de tal "reguilices" por parte de alunos, os nossos futuros profissionais, a nossa futura geração. Sejam em escolas públicas ou escolas privadas, nos dois casos existem problemas idênticos.
Responsabilidade repartida
Luís Noronha Botelho (seguir utilizador), 1 ponto , 19:29 | Sábado, 13 de Março de 2010
Andamos nesta vida para sermos felizes. A Escola deve ser um espaço em que todos se sintam felizes, gostando do que que fazem. O corpo não docente deve sentir-se feliz por colaborar na formação global das crianças e jovens e não apenas por ter um emprego. O corpo docente, onde me incluo, deve sentir-se feliz porque faz o que gosta e ainda lhe pagam por cima. Quem diz que "dá aulas" em vez de dizer que ensina ou educa, deveria estar noutra escola, noutra época. Faltam os Pais, que se fazem os filhos por gosto, deveriam ter o gosto maior em acompanhá-los e não os deixar à mercê dos seus pares, que tendem sempre a discriminar-se entre si, numa pequena sociedade muito competitiva e com regras muito crueis.
Qual o papel actual da escola??Eu não sei...
socióloga (seguir utilizador), 1 ponto , 19:40 | Segunda, 15 de Março de 2010
Concordo plenamente com o que tenho vindo a ler, pois é triste ver a escola a descartar-se de qualquer responsabilidade, quando na verdade são os principais responsáveis pelo sucedido. Como os "miúdos" são reguilas não se ligam a queixas e continua-se a pensar que amanhã as coisas já não irão novamente acontecer. É necessário reconhecer que a escola é essencial para o futuro e que tem um papel fundamental na educação e socialização dos jovens, pois estes serão os futuros governantes deste nosso pequeno país medíocre...
8 comentários
Página 1 de 1   
PUB
 
Grupo ImpresaACAP