Submarinos: Chegada do Tridente "marca diferença entre cómodas visões de curto prazo" e "opções estratégicas para o futuro" -- CEMA
Lisboa, 8 set (Lusa)- O chefe do Estado Maior da Armada considerou hoje existirem "periódicas miopias marítimas" relativamente aos submarinos comprados por Portugal, considerando que esta aquisição "marca a diferença" entre "cómodas visões de curto prazo" e "imprescindíveis opções estratégicas" para o futuro.
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
13:46 Quarta, 8 de Setembro de 2010
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Lisboa, 8 set (Lusa)- O chefe do Estado Maior da Armada considerou hoje existirem "periódicas miopias marítimas" relativamente aos submarinos comprados por Portugal, considerando que esta aquisição "marca a diferença" entre "cómodas visões de curto prazo" e "imprescindíveis opções estratégicas" para o futuro.
Discursando na cerimónia de receção oficial do submarino Tridente, na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, o almirante Melo Gomes afirmou que a renovação destes equipamentos assegura a manutenção para Portugal da "única capacidade militar verdadeiramente dissuasora".
No início da sua intervenção, o CEMA deixou um recado para os críticos da compra dos submarinos: "São momentos que marcam a diferença entre as cómodas visões de curto prazo e as incómodas, mas imprescindíveis, opções estratégicas que devem determinar o futuro de Portugal perante o seu mar".