Sócrates: Sentido de responsabilidade é essencial para defender credibilidade da economia portuguesa
O primeiro ministro afirmou hoje esperar que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) reúna consenso político e social alargado, alegando que esse sentido de responsabilidade é essencial para a credibilidade externa da economia portuguesa.
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
20:47 Segunda, 8 de Março de 2010
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"Com este diálogo que estabelecemos com os partidos, que continuaremos terça feira com os parceiros sociais, esperamos obter um consenso político e social para as medidas necessárias e justas que o país precisa de tomar", justificou o primeiro ministro numa conferência de imprensa sobre o PEC em São Bento.
Segundo Sócrates, até 2013, Portugal tem pela frente "o duplo desafio de relançar a economia e ter mais emprego, mas também equilibrar as contas públicas - e este é o momento para o fazer".
Não vou comentar o discurso de JSócrates, mas achei interessante a forma como a imprensa internacional fala do PEC, do difícil caminho que o Governo seguen para combater o défice.
Finantial Times:
Salienta que o Governo optou pelo "caminho difícil", mas acertado através da contenção das despesas públicas. O jornal destaca os congelamentos de salários no sector público, cortes dos gastos militares e aumentos de impostos para controlar o aumento do défice orçamental.
El Mundo:
"Portugal congela os salários públicos até 2013 e subirá impostos das classes altas", fazendo referência à tributação em sede de IRS de 45% para os rendimentos colectáveis superiores a 150 milo euros por ano.
Wall Street Journal:
"Portugal apresenta novo plano de corte do défice". O Governo apresentou medidas de contenção orçamental como um programa de privatizações e o aumento dos impostos para rendimentos mais elevados.
BBC:
Realça "as medidas de austeridade apresentadas" por Portugal numa altura em que "procura evitar uma crise como a da Grécia". Especial destaque para os cortes nos gastos com apoios sociais, aumento de impostos para rendimentos mais elevados e redução de postos de trabalho na função pública.
Estes são os sumários das análises [de algumas publicações] da imprensa internacional sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).
Portugal é assim, volta e meia dá cartas. Agora quero ver o que dizem as famosas agências de notação. ('rating' em Inglês.)
Uma coisa é certa, se o tal Fumdo Monetário Europeu sugerido pela Chanceler alemã para sanear as finanças públicas gregas fôr por diante, por este andar, Portugal não será certamente um dos seus 'clientes'.
Não sei se da enorme dívida pública do Reino Unido (apesar de não fazer parte do Euro) se poderá dizer o mesmo...
Sinceramente sei que convém evitar descalabros como na Grécia, mas qual o porquê de se descontar tudo no funcionário público? Porque é que se injecta dinheiro na banca e se retira aos desgraçados que trabalham diariamente para manter a sociedade funcionante? Já agora porque é que ao invés de se pensar em remendar e remendar e remendar se elaboram planos a LONGO prazo? Planos que garantam empregos não só para nós, mas como para as gerações que estão para vir? E já agora que tal efectuarem-se estudos sobre os gastos públicos e tentar-se averiguar onde se pode poupar a sério? Dou um exemplo, se formos por uma política de prevenção de doença e promoção da saúde, no sector da saúde, acreditem que pouparíamos uns bons milhões de euros! Cortar salários parece-me uma solução fácil, mas mortal...
RTP, JN, DN: 41%
Público: 40.3%
SIC, RR, Expresso, : 36.9%•
O Povo continua a querer o PS a governar!
O Povo reconhece a canalhice dos fazedores de campanhas negras e inventores de casos políticos.
O povo não acredita nos fazedores de mentiras.•
O PSD caminha para o suicídio colectivo.
O PSD foi construído dos cacos que restaram do salazarismo
Quem é que fez esta afirmação!•
O Povo reconhece maior idoneidade ao CDS que ao PSD.
O PSD é uma manta de retalhos, que quer ganhar na secretaria o que perdeu nas urnas.•
O povo não acredita em nenhum dos líderes do PSD.•
Depois de Mendes, Menezes e, Manuela, virá tudo indica, Coelho o qual será esmagado sem dó nem piedade em qualquer debate com Sócrates, as sondagens continuarão na mó inferior, com tendência para descer:
Vira depois Marcelo à Terra, como o salvador da tribo. Mas ser líder partidário não é o mesmo que ser entertainer.
Quem é que afirmou isto?•
Esta é a sina do PSD, definhar!