Sócrates diz que nem "mentiras" nem "insultos" o farão desviar do papel de primeiro ministro
O primeiro ministro diz que há uma "sucessão de insultos, rumores e mentiras" sobre si, mas que nada teme quanto à divulgação das escutas do processo Face Oculta. VEJA A DECLARAÇÂO NA ÍNTEGRA
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
20:37 Quinta, 18 de Fevereiro de 2010
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O primeiro ministro afirmou hoje que a "sucessão de insultos, rumores e mentiras" sobre o seu alegado envolvimento num plano para controlar a comunicação social não o farão desviar da sua responsabilidade como líder do Governo.
José Sócrates falava aos jornalistas em São Bento, numa declaração que durou cerca de cinco minutos, sem direito a perguntas por parte da comunicação social.
Na sua declaração, o primeiro ministro referiu-se implicitamente a outros casos de caráter pessoal com que se confrontou nos últimos anos, dizendo que "já não é a primeira vez que o país assiste a uma tentativa de substituição do debate político pelo ataque pessoal".
O primeiro ministro afirmou nada temer quanto ao conteúdo das escutas do processo "Face Oculta" e acusou os que perderam as eleições legislativas de tirarem partido das "criminosas" violações do segredo de justiça.
A posição de José Sócrates foi assumida antes de participar numa reunião com o Grupo Parlamentar do PS.
"Como democrata e, aliás, como qualquer pessoa que preze a decência e a lealdade na vida pública, condeno e repudio as violações do segredo de justiça e a divulgação criminosa de escutas. Faço-o não porque tema seja o que for quanto ao seu conteúdo. Não tenho absolutamente nada a temer. Mas faço-o porque esses crimes atentam contra as pessoas, contra o direito à privacidade e contra o funcionamento da justiça", afirmou o líder do executivo.
É o perfil de quem se diz político portugues. O resto vêm por simpatia, é como o dinamite, explode por gostar, por simpatia, faz barulho, arreganha os dentes, isto é, faz tudo a seu favor, a seu belo prazer e com apoio de alguns que ajudam a rapar a frigideira, que para já o contribuinte mantem recheada, depois vão para a Europa ou para a ONU. Uns passam fome outros , vive-se bem...dão -se boas palavras de sacrificio, que lata...
Estou com o Miguel Sousa Tavares
http://aeiou.visao.pt/nao... - Não há um único nome do jornalismo Português que não diga que não há liberdade de informação em Portugal. Digam um só.
O que vejo à minha volta não são seres delirantes. É antes pobreza, fome, tristeza e desencanto.