Um assunto sério de mais para ser tratado com leviandade. Levanta-se então a questão, qual a verdadeira razão para a manutenção de valores de sinistralidade tão elevados. Recordo-me que em tempos, umas das razões apontadas seria a qualidade das nossas estradas, talvez até fosse uma de entre muitas. Não me parece no entanto aceitável sequer admitir, não responsabilizar na devida medida os condutores, são e serão sempre os principais responsaveis na maioria dos acidentes. Abordar este assunto na sua plenitude leva-nos a duas outras questões, formação e a fiscalização. Quaais as novidades em termos de formação, seria aconselhável reduzir os actuais períodos de validade das cartas, propor reciclagens, qual o tipo de formação adequada para os novos condutores, claro que desconheço os pormenores, mas parece-me que algo muito mais radical vai ter que se ser feito. Quanto á fiscalização, será a mais adequada e eficiente, não sendo sequer a minha intenção descredibilzar ou ofender os intervenientes no terreno, até porque, não serão concerteza eles os maiores responsaveis, algo está mal, mais uma vez sendo eu um leigo e desconhecedor dos meandros da planificação, parece-me que nos falta algo, talvez mais pessoal afecto a este segmento, talvez mais e melhores meios electrónicos, talvez penalizações mais severas e rápidamente executadas, creio no entanto que todas as baterias se devem dirigir no sentido dos condutores e a sua formação.