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VISÃO História

Salazar e Marcelo

Está já nas bancas o número 2 da VISÃO História, desta vez dedicado à transição política de Salazar para Marcelo Caetano, no Verão de 1968, há 40 anos

Visão
12:44 Quinta, 17 de Julho de 2008
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Salazar e Marcelo

Na reconstituição desta importante série de acontecimentos da nossa história colaboram protagonistas das movimentações então ocorridas, como Mário Soares (à altura exilado em São Tomé), Pinto Balsemão (em breve eleito deputado da Ala Liberal), Carlos Brito (da direcção do PCP) ou Freitas do Amaral (assistente de Marcelo em Direito), além de vários jornalistas que acompanharam de perto a queda do ditador e a esperança, criada e perdida, da Primavera marcelista.

Um dos principais aliciantes desta revista "filha" da VISÃO é a sua leitura fácil, já que a reconstituição dos factos é feita à luz da técnica jornalística, embora com respeito pelo rigor histórico.

Portanto, caro leitor, se não reparou na VISÃO História, recomendamos-lhe que faça marcha-atrás quanto antes, já que esta é uma revista de tiragem limitada...

O preço da VISÃO História é de €4,90, pagando os assinantes apenas €4,50, com oferta dos portes de correio.

SUMÁRIO:

Cronologia: As datas chaves de Salazar...

Linha Directa: Viagem ao coração da ditadura

Imagens:  Portofólio Eduardo Gageiro

Perfil: Salazar, o ditador infeliz
Gostava de viver isolado e de falar pouco, mas teve de aturar ministros, diplomatas, mulheres e cortesãos. Fez do seu "sacrifício" pela Pátria uma bandeira e um mito. O homem que não tinha coração nem bens materiais foi dono absoluto de um país e da sua alma

Quotidiano: Um país nas entrelinhas
Havia uma nação silenciada. Mas nem mesmo o Portugal impresso e visado pela censura conseguia esconder as costuras do regime. Passaram mesmo 40 anos?...

PIDE: Cresce a repressão 
A "abertura" marcelista nunca chegou aos calabouços da PIDE, cuja actuação se tornou ainda mais dura. Aumentaram as detenções e a brutalidade das torturas

Economia: O milagre português
Para que nada mude, alguma coisa tem de mudar. A célebre frase ajuda a explicar porque é que Portugal registou um ritmo de crescimento económico tão elevado ao longo da década de 60 e início dos anos 70

Trabalho: Heróis como nós
Se houve sector que avançou com o marcelismo foi o dos sindicatos. Ciclicamente registaram-se greves a desafiar o regime até ao 25 de Abril

Imprensa: A lei da rolha
E apagou-se a luz ao fundo do túnel!

Guerra Colonial: Treze anos de solidão
A Primavera marcelista foi incapaz de amenizar a tempestade que mantinha Portugal isolado do mundo e absorvia metade das verbas do Orçamento do Estado

Salazar: Queda sem tiro
O mais imóvel dos ditadores foi derrotado por um móvel. A cadeira do poder em que Salazar se sentou durante quase 40 anos foi deixada vaga para Marcelo Caetano. Salazar caiu, o salazarismo continuaria de pé por mais seis anos

Crónica: Fim, sem final...
Memória dos dias da brasa da mudança que não mudou vividos por um repórter

Perfil: Marcelo Caetano, o homem que viu passar o futuro
O sucessor de Salazar não soube, não pôde ou não quis democratizar o País? Do retrato biográfico do político conclui-se que as três hipóteses são verdadeiras

Infografia: Os últimos ministros de Salazar e os governos de Marcelo Caetano

Opinião: Diogo Freitas do Amaral
A governação de Marcelo Caetano

Ideias Fortes: Pequeno dicionário do Marcelismo
Palavras, conceitos e nomes que andaram na boca de todos

Figuras: Uma ala liberal não faz a Primavera
Marcelo Caetano esperava o apoio controlado a iniciativas de abertura do governo. Mas os deputados que levaram a sério a transição para a democracia acabaram no "contra"

Figuras: Tecnocratas e não políticos
Eram jovens de idade, tecnocratas de formação e liberais de inspiração.
A inovação marcelista esgotou-se na economia?

Entrevista Francisco Pinto Balsemão
A aposta era evolução sem revolução. Da esperança à desilusão foi curta a viagem de Francisco Pinto Balsemão, um dos deputados da Ala Liberal

Católicos: Xeque ao bispo
Exilado desde 1959, D. António Ferreira Gomes ainda teve de aguardar um ano para poder regressar a Portugal

Opinião: Carlos Brito
O PCP na Primavera marcelista

Testemunho: Mário Soares
Como vivi a queda de Salazar e a Primavera invernosa de Caetano

Crise académica: Capas mais negras
Em 1969, o marcelismo teve uma das mais fortes provas à sua suposta abertura: a crise estudantil de Coimbra

Eleições: Ensaio pouco geral
Apesar de a oposição ter ido às urnas, as legislativas de Marcelo Caetano não passaram de um simulacro eleitoral. A revolução seguir-se-ia dentro de momentos...

Infografia: Partidos
A oposição de esquerda

Cartoon: "O regresso da velha", por João Abel Manta

Cronologia: As datas-chave de Marcelo Caetano

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Mas qual transição, pá?
Tiago Lameiras (seguir utilizador), 1 ponto , 19:43 | Sábado, 18 de Julho de 2009
Foi exactamente a mesma coisa, só os organismos de repressão é que cambiaram de nome. E mais, não seria interessante arranjar uma máquina do tempo, colocar lá alguém com uma arma e perfurar os tiranos todos antes de chegarem onde chegaram. Seria engraçado. Toca a trabalhar, pseudo-cientistas!
    Re: Mas qual transição, pá?   
kizzaka (seguir utilizador), 2 pontos , 21:11 | Sábado, 18 de Julho de 2009
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