O procurador-geral da República (PGR) considerou sábado que nas restantes cinco escutas telefónicas que envolvem o primeiro-ministro "não existem elementos probatórios que justifiquem a instauração de procedimento criminal" contra José Sócrates, pelo que ordenou o arquivamento dos documentos.
"Assistimos nas últimas semanas a uma tentativa clara de decapitação politica do Governo e do PS, feita de uma forma totalmente inaceitável, procurando politizar um processo judicial e fazer a judicialização da vida política", afirmou hoje em conferência de imprensa o líder parlamentar socialista, Francisco Assis.