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O novo capitalismo americano já tem um travo mais Europeu

Uma das coisas que distinguia claramente os mercados Americanos dos mercados Europeus, era o respeito que o poder politico tinha pelas Bolsas.

17:53 Terça, 2 de Junho de 2009
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Uma das coisas que distinguia claramente os mercados Americanos dos mercados Europeus, era o respeito que o poder politico tinha pelas Bolsas e o pacto de não envolvimento implicito que fazia com que o paradigma do capitalismo fosse ali em Nova York ou em Chicago.

Com efeito, há pouco mais de 10 anos (apesar de no seculo passado), qualquer comunicação politica importante nos Estados Unidos só era feita depois de os mercados fecharem para não influenciarem o bom desenrolar das sessões. Na Europa não havia esse tipo de preocupação. Nos Estados Unidos uma empresa relevante em dimensão, mas em dificuldades, teria que encontrar soluções de mercado para sobreviver. Na Europa a mesma situação levaria os poderes politicos a intervir, umas vezes por questões sociais, outras por razões estratégicas e algumas vezes por interesses... politicos!

Na prática o capitalismo americano era diferente do capitalismo europeu. Nos Estados Unidos, Deus podia perdoar mas os mercados nunca o faziam. Na Europa ou Deus ou os Politicos faziam-no amiude. Se fosse necessário mudar-se a lei faziam-no, se fosse necessário dar-lhe uma interpretação consentânea com o interesse nacional, pois claro que também, e se necessário fa-lo-iam de novo, tudo isto porque o capitalismo, não pode ser na Europa, nem fundamental nem selvagem.

Na prática do dia à dia dos mercados, o resultado é que os investidores devem ter isto em consideração, sempre que houver situações em que possa haver livre arbitrio dos poderes politicos. Em alternativa ou se afastam do titulo em questão, ou fazem uma aposta como no totoloto, ou têm uma informação segura de que podem manter essa mesma posição.

Não existe aqui nenhum julgamento de valores, ao contrário do que possam pensar, a razão prende-se exclusivamente com o que aconteceu a empresas como a GM, a AIG, Fannie Mae, CitiBank entre outras. Factos são factos, e um investidor só deve lidar com factos.

 

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Os «benefícios» da Globalização
leaoferro (seguir utilizador), 1 ponto , 21:40 | Sexta, 4 de Junho de 2010
Quando oe EUA «decretaram» a globalização, os países mais pobres da UE da Ásia,América Latina e África exultaram pensando que daí poderia advir algum benefício para as respectivas economias. Porém depressa deram conta do embuste em que tinham caído. Com efeito, rapidamente todos constatámos que o único país que efectivamente lucrou e continua a lucrar, cada vez mai, com a tão apregoada globalização são os próprios EUA. Essa foi a melhor forma de exportarem os seus ideais neo-capitalistas, alargando ao resto do mundo a exploração da mão-de-obra barata, sem qualquer contrapartida do ponto de vista social. Veja-se a forma como os capitalistas e as indúustrias da maior «democracia» do mundo se aproveitam para adquirirem peças e now how ao preço da uva mijona com que «fabricam» os produtos que exportam para os outros países, aproveitando as variações cambiais que manipulam a seu bel prazer. Ainda, em nome da sagrada globalização, aproveitam para explorar as riquezas naturais dos pobres países que estão cada vez mais e em maior número sob a sua alçada. Entretanto, através da mais desbragada e dasavergonhada manipulação das economias chamadas emergentes, os senhores do capital aproveitam essa benesse para maniupularem as economias desses mesmos países levando-as à bancarrota. Mal imaginava Mcluhan, ao utilizar nos anos sessenta a expressão «aldeia global», em relação à comunicação, quanto ela viria a afectar as nossas vidas no pior sentido.
Os «benefícios» da Globalização
leaoferro (seguir utilizador), 1 ponto , 21:41 | Sexta, 4 de Junho de 2010
Quando oe EUA «decretaram» a globalização, os países mais pobres da UE da Ásia,América Latina e África exultaram pensando que daí poderia advir algum benefício para as respectivas economias. Porém depressa deram conta do embuste em que tinham caído. Com efeito, rapidamente todos constatámos que o único país que efectivamente lucrou e continua a lucrar, cada vez mai, com a tão apregoada globalização são os próprios EUA. Essa foi a melhor forma de exportarem os seus ideais neo-capitalistas, alargando ao resto do mundo a exploração da mão-de-obra barata, sem qualquer contrapartida do ponto de vista social. Veja-se a forma como os capitalistas e as indúustrias da maior «democracia» do mundo se aproveitam para adquirirem peças e now how ao preço da uva mijona com que «fabricam» os produtos que exportam para os outros países, aproveitando as variações cambiais que manipulam a seu bel prazer. Ainda, em nome da sagrada globalização, aproveitam para explorar as riquezas naturais dos pobres países que estão cada vez mais e em maior número sob a sua alçada. Entretanto, através da mais desbragada e dasavergonhada manipulação das economias chamadas emergentes, os senhores do capital aproveitam essa benesse para maniupularem as economias desses mesmos países levando-as à bancarrota. Mal imaginava Mcluhan, ao utilizar nos anos sessenta a expressão «aldeia global», em relação à comunicação, quanto ela viria a afectar as nossas vidas no pior sentido.
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