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Livros: Reciclagem é feita só depois de esgotadas alternativas - Grupo LeYa

Lisboa, 05 mar (Lusa) - O grupo editorial LeYa reagiu hoje à polémica desencadeada pela destruição de milhares de livros de autores como Jorge de Sena e Eugénio de Andrade sublinhando tratar-se de uma medida extrema, adotada depois de esgotadas todas as alternativas.

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
21:29 Sexta, 5 de Março de 2010
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Lisboa, 05 mar (Lusa) - O grupo editorial LeYa reagiu hoje à polémica desencadeada pela destruição de milhares de livros de autores como Jorge de Sena e Eugénio de Andrade sublinhando tratar-se de uma medida extrema, adotada depois de esgotadas todas as alternativas.

Depois de insistir em que é "já claro à data de hoje que a redução de stock de livros por via de reciclagem é algo inerente ao próprio mercado editorial, português e mundial", a LeYa reiterou a sua "permanente preocupação de manter vivos todos os catálogos das editoras que a integram", em comunicado hoje enviado à Lusa.

"Por essa razão [o grupo LeYa] promove iniciativas que permitam manter disponível a obra dos autores que edita, seja através de novos formatos, novas capas ou mesmo renovando e descobrindo novos canais para que cheguem a mais leitores e mais mercados", lê-se no documento.

Palavras-chave  Cultura (geral)
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