"Num país democrático, o primeiro-ministro não pode andar nas bocas do mundo como andou José Sócrates neste mandato", disse o líder madeirense à margem de um jantar-comício em Santa Cruz.
Foi o cemntário do líder político à notícia divulgada, ontem, pela TVI, no seu Jornal Nacional, em que foi passada uma alegada gravação de uma conversa entre um administrador da Freeport, Alan Parkins, o empresário Charles Smith e o funcionário João Cabral, e em que se teciam graves afirmações sobre o primeiro-ministro.
Jardim sustentou que "se isto fosse por exemplo na Inglaterra, o partido maioritário continuava no poder mas já tinha substituído o primeiro-ministro".
Pouco depois de emitida a notícia na TVI, um comunicado do primeiro-ministro, José Sócrates, anunciava que ele vai agir judicialmente por "difamação" contra quem envolveu o seu nome no caso Freeport.