...início de um livro para escrever em comunidade...
Anthony era um cidadão comum. Trabalhava no escritório de uma agência de seguros, e deslocava-se ao exterior de vez em quando, para peritagens de acidentes. Em casa, a mulher, de aspecto abatido e sem luz, e um filho de 8 anos...
Pretende-se que quem tem imaginação, e a consegue transpor para o papel, dê aqui liberdade a si próprio, contribuindo na escrita de algo que será muito familiar para vários autores, e esperamos, para uma infinidade de leitores.
Acrescente uma página da sua visão de continuação desta história
Anthony era um cidadão comum. Trabalhava no escritório de uma agência de seguros, e deslocava-se ao exterior de vez em quando, para peritagens de acidentes. Em casa, a mulher, de aspecto abatido e sem luz, e um filho de 8 anos, sobre quem não tinha autoridade, graças à super protecção da mãe... A. levava trabalho para casa, no portátil... pelo menos era o que dizia à mulher...
Noutro canto do mundo, Sónia era a directora comercial de uma moderna empresa de consuting. Divorciada, com uma relação que não passava de sexo, com um bem parecido dono de uma agência de viagens. De vida aparentemente recheada e bem composta, era no entanto, no bocadinho da noite, enquanto relaxava a fazer o jantar, sózinha em casa, o momento que inconscientemente a fazia feliz, quando conversava com o amante totalmente virtual...
Um dia, A. é chamado para uma peritagem de um acidente. Chegado ao local, estava a acabar de ser desencarcerada, Sónia, que ele não conhecia...
lfilipes, a proposta que faz é muito boa, mas tenho a impressão de que faltou mencionar o nome do autor da ideia, que ele pôs em prática para estimular a comunicação com o filho, ou estarei enganado?
Um dia, A. é chamado para uma peritagem de um acidente. Chegado ao local, estava a acabar de ser desencarcerada, Sónia, que ele não conhecia...
A principio nada mais do que a rotina. Anotações de nomes, moradas,afinal mais um processo. Os bombeiros e os paramédicos faziam todos os esforços para que os trabalhos de desencarceramento se efectuassem com rapidez e segurança. A. alheou-se do cenário por momentos. Na memória nasciam desfocados os contornos de uma estrada, da súbita derrapagem dos pneus, de uma luz brilhante que lhe entrara pelo pára-brisas estilhaçado...
Há um senhor de nome Jorge Carlos Amaral de Oliveira, conhecido por Mané do Café que já faz isso há anos com livros publicados. Preguiça, ou talvez, o não acreditar muito nesse tipo de trabalho, ou falta sociabilidade, ou uma mistura de tudo isso, levaram-me sempre a rejeitar os convites, mas não foi por mal. Precisamente neste momento, o Mané está representando no Teatro a Barraca. Quem tiver curiosidade de o conhecer, aqui deixo:
http://www.youtube.com/wa... O Júlio Isidro também teve uma banda desenhada na televisão em método parecido.
Embora exclusa a minha paixão por tais iniciativas, acho que esse tipo de arte (ao contrário do amor que necessita da outra fracção) será sempre de valorizar! Boa-sorte!
... o que me parece não acontecer, quando é dito que o perito de seguros é chamado para fazer uma peritagem a um acidente onde as vítimas só depois começam a ser assistidas!
A actividade dos peritos de seguros não tem nada a ver com este tipo de intervenção que é referida!
O perito de seguros só intervem muito após e já fora do acontecimento!
Analisa documentos, relatórios, fotos, faz medições, verifica objectos, instalações, mercadorias, vestígios, faz medições e outros exames adequados à formulação de prova e correspondência com os danos para os quais é reclamada indemnização.
O peritos de seguros é um representante de uma seguradora!
Está contratado para defender os interesses desta.
Não é chamado para intervir em acidentes, não tem competências para tal e, mesmo se por coincidência pudesse estar presente, seria afastado pelas autoridades competentes!
Que é o que os socorristas e autoridades devem sempre fazer a todos os "mirones".
Por isso, é aconselhável refazer a história!
JVPaiva