O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, apresentou esta terça-feira (já quase quarta-feira) a proposta de Orçamento de Estado para 2010. Fique a conhecer os seus aspectos principais e PARTICIPE NO DEBATE
Lusa
0:32 Quarta, 27 de Janeiro de 2010
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O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, garantiu que não haverá aumentos de impostos em 2010.
"Não há aumento de impostos, concentraremos os nossos esforços na contenção e na redução da despesa, seguindo uma política financeira de rigor", disse Teixeira dos Santos em conferencia de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2010.
O ministro estimou que o défice orçamental em 2009 terá ficado num valor recorde de 9,3 por cento e projecta um défice de 8,3 por cento para este ano.
O Governo projecta um crescimento da economia na ordem dos 0,7 por cento para este ano, e aponta para uma contracção de 2,6 por cento em 2009.
Na sua apresentação sobre o Orçamento do Estado para 2010, Teixeira dos Santos apontou ainda para uma inflação de 0,8 por cento este ano, contra -0,8 por cento em 2009.
As projecções hoje apresentadas apontam ainda para uma recuperação do consumo privado para um por cento, contra -0,9 por cento estimados pelo Governo para 2009, ao passo que o consumo público estimado desce para -0,9 por cento, contrariamente a 2009, valor que o Governo estima ter sido 2,6 por cento.
Finalmente, o Governo quer manter o ritmo de redução de efectivos na Administração Pública, estimando nos próximos quatro anos uma nova diminuição de funcionários entre os 7,5 e os 10 por cento.
Na proposta, o Governo refere que manterá em 2010 a regra de contratação de um novo trabalhador em funções públicas por cada dois que saiam, um mecanismo que permitiu reduzir na última legislatura perto de 73 mil funcionários públicos.
Esta regra junta-se à vontade já expressa de não dar aos funcionários públicos, este ano, aumentos que possam ir além da inflacção prevista.
Teixeira dos Santos, afasta aumento de Impostos.
SE não tivesse faltado à verdade, noutra ocasiões, podia acreditar, assim tenho razões para ficar de pé atrás.
Como S. Tomé, ver para crer.
Teixeira dos Santos, um Ministro bem preparado e até hoje acho-o um homem sério. Contudo, penso ser quase IMPOSSIVEL não haver aumento de impostos. Só ontem foi entregue o Orcammento, no entanto os srs funcionários piblicos, pela boca dos seus sindicatos
já tem as manif, s marcadas os enfermeiros já hoje mostraram o
quanto o seu salário é baixo. Tenho muita pena da Administração Pu
blica, não ser gerida, tal e qual o sector privado.Acabavam as manifs as faltas as pontes e etc. ....BOA NOITE
Aí está mais um orçamento de rigor. Não há dúvida este é o caminho certo para o desenvolvimento.Se queremos um país próspero e desenvolvido, temos que dar nas orelhas nos funcionários públicos, que afinal não passam de uns crápulas, que apenas sabem chular o estado. Já vimos que o congelamento de salários e de escalões durante o primeiro governo Sócrates, deu óptimos resultados. O desemprego baixou para niveis históricos, o deficit atingiu números auspiciosos, a administração pública modernizou-se de tal forma que hoje se poderá dizer com rigor, que somos um dos países mais desenvolvidos do mundo.
Merece reparo pela positiva o esforço que o governo fez para a diminuição da despesa, os ministros passeiam-se em carros utilitários. As reformas daqueles senhores que trabalharam apenas meia dúzia de meses na CGD e no Banco de Portugal, baixaram drásticamente. Assim está bem, é bom viver neste paraíso, onde corre leite e mel para uns e fome e miséria para a maioria. Viva a democracia. Viva Portugal.
O ministro da Finanças descobriu um novo modelo económico, que lhe dará o próximo prémio nóbel da economia, então o senhor vai conseguir aumentar a procura em 1%, congelando os salários. E esta!
Jovens deste país, dou-vos um conselho, fujam enquanto é termpo. Aqui não há futuro. Este país só serve para vigaristas e chico-espertos.
No gamanço é que está o poupanço. Só é pena esta actividade não dar para todos, porque lá se vai a produtividade.
Cumprimentos ao senhor Ministro.
Tenho uma solução, a longo prazo, para acabar com a péssima gerência das finanças do nosso país.
Eis a solução:
Seriam nomeados para cargos políticos do Estado (como Presidente da República e das Câmaras, Ministros, Assembleias legislativa e afins etc. ...) apenas pessoas que tivessem rendimentos e tempo disponíveis (por exemplo, reformados) que lhes permitissem exercer o cargo gratuitamente por amor à nossa Pátria (ou mátria, como lhe quiserem chamar).
Ora os que servem a nação como um trabalho profissionalmente remunerado são, no mínimo, MERCENÁRIOS.
Acho que os nossos governantes deveriam seguir o exemplo de alguns presidentes de Câmara e de Junta de Freguesia. Só que, como ganham bastante deveriam apresentar a AR um decreto-lei no qual os vencimentos do PR, Governo e AR, seriam cortados em 30%. As ajudas de custo seriam também reduzidas em 30%. E assim o nosso défice orçamental sofreria uma redução substâncial e poder-se-ia dar aumentos sérios aos mais necessitados.
Esta frase tem sido repetida imensas vezes desde que entrou para o governo.
Vejam no que deu: um défice enorme que, pasme-se, surpreendeu o próprio ministro que apregoa a toda a hora seguir uma politica financeira de rigor.
Não basta apregoar, há que actuar
Estamos num país em que tudo é provisório, mas que se torna em definitivo.
Se, o Sócrates (que se esqueceu de beber a cicuta com honra) ao nos aumentar os impostos, fosse para resolver um problema passageiro e que depois de resolvido voltássemos a ter uma carga fiscal mais justa, ainda seria tolerável.
Contudo os problemas agravaram-se (não culpem a crise mundial, pois um bom governante é o que prevê tudo); e o que seria provisório está a tornar-se em definitivo, e para cúmulo lançam boatos de "mais impostos" a fim de verem a reacção do «Zé p'oVinho» que anda ébrio de tanta canti-lena so-creana. É preciso estar alerta e não deixarmos que nos sorvam mais o pouco sangue que ainda nos resta, se é que ainda temos sangue nas artérias.
Fala por si, não? E depois, quando a estimativa se revelar gorada vai voltar a pedir desculpas? Já me diziam os meus pais que desculpas não se pedem evitam-se! Mas neste país só se evita mesmo aumentar, ou melhor dar, porque não se aumenta o que não se tem, algum nível de vida ao trabalhador, aquele que afinal até é quem sustenta as finanças públicas e que está sempre na calha para pagar mais e mais em prol de um bem que de tão maior ninguém sabe que bem é e porque não passamos da "velha torta", muito pelo contrário. Rigor, control? Façam-no com COMPETÊNCIA e muito haveria para cortar mas como gerará melindre em certas elites há muito habituadas a disfrutar o esforço dos que oprimem, ou melhor espremem até ao tutano para depois jogar fora num qualquer desemprego após falências obscuras em que tudo desaparece excepto as dívidas, ou então que morrerão antes de conseguir a reforma não representando assim qualquer encargo para o país a nível de pensõe. Desenganem-se: vamos continuar a viver a balões de ar pois não falta coragem falta em boa verdade é seriedade e como essa é uma qualidade da qual os politicos portugueses parecem ter obrigatóriamente de estar isentos, concluo com o que ouvia da boca da minha avó: Adeus mundo, cada vez pior!