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Página inicial  >  Opinião  >  Filipe Luís  >  Eu PEC, tu pecas, ele peca

Eu PEC, tu pecas, ele peca

Este logro era, só por si, motivo para novas eleições.

3:57 Quinta, 11 de Março de 2010
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Existe, no Exército, uma velha máxima que os militares "cavaleiros" passam de geração para geração: "A Cavalaria nunca recua: dá meia volta e avança." Não é a primeira vez que recorro a esta analogia com os recuos das políticas dos governos de José Sócrates. Com a mesma expressão determinada com que nos convence da bondade do fecho de urgências, volta a abri-las. Com o mesmo semblante hirto com que apregoa as virtudes de um certo modelo de avaliação dos professores, acaba com ele. Com o mesmo olhar desafiador com que jura a instalação do aeroporto na Ota, muda-o para Alcochete. Com o mesmo dedo espetado com que encurta as férias dos juízes, volta a alargá-las. Sócrates não recua: dá meia volta e avança.

Mas agora é mais grave. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) acaba com a filosofia com que o PS se apresentou nas urnas e com base na qual ganhou as eleições. E que presidiu, até, pelo menos, a uma das escolhas ministeriais. Na campanha, José Sócrates disse que a melhor forma de combater a crise era apostar em força no investimento público. Ouve-se da boca do primeiro-ministro, nos impiedosos arquivos televisivos esta semana postos no ar:  "O investimento público é a melhor forma de animar a economia, criar emprego e produzir riqueza." Ora, no primeiro embate, o Governo cancelou os projectos de cinco auto-estradas. No segundo, adia por dois anos as linhas de TGV Lisboa-Porto e Porto-Vigo. Aguarda-se o terceiro.

António Mendonça, escolhido para ministro por dar garantias de ser, além de apóstolo do investimento público, um realizador, fica, assim, com pouco para fazer, perdido no erro de casting em que se terá transformado, sem culpa nenhuma. Sócrates não recuou perante os argumentos, por exemplo, do PSD, que criticava as auto-estradas e o TGV. Nem recuou perante a revelação repentina do endividamento nacional, que já conhecia antes das eleições ­ e que torna o programa eleitoral, visto desta distância, e agora colocado na gaveta, ainda mais mistificador. Sócrates deu meia volta e avançou, desmentindo-se a si próprio e ensaiando uma metamorfose programática sem paralelo na nossa história recente. Mais, o PS deu aos portugueses premissas erradas para que votassem nele. Mais do que um alegado plano da carochinha para controlar a comunicação social, este logro era, só por si, motivo para novas eleições.

Vejamos um caso simbólico: um dos pontos fortes do PEC prevê a redução das deduções fiscais. Ainda sem especificar que deduções,  é imaginável prever que os cortes atinjam as áreas da educação, dos seguros, da saúde... dos PPRs! Os mesmos PPRs que Sócrates, no célebre debate televisivo, com Louçã, acusou o Bloco de Esquerda de querer atacar! A confirmar-se esta intenção, o malfadado atentado contra a classe média, que Louçã, com dentadura de vampiro, queria perpetrar, seria, agora, executado pelo Governo. E porquê?

Porque, subitamente, se descobriu que o País precisa deste esforço? Se fosse por isso, Sócrates estaria perdoado. Mas a descoberta é anterior às eleições... E, em vez de, com humildade, reconhecer que o corte nas deduções se deve à necessidade de garantir receita, justifica-o  dizendo que se trata de impôr uma política fiscal mais justa. Chegaremos à conclusão de que, afinal, Louçã ganhou o debate?

Palavras-chave  sexto sentido, opinião, Filipe Luís
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Eu PEC, tu pecas...
a.dúvida (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 11:53 | Quinta, 11 de Março de 2010
Caro Filipe Luís,
Enfim, não sei se isto é pec(ado) e se somos pec(adores)...

Não estou totalmente de acordo consigo. Vou tentar explicar porquê.

Os nossos dramas têm todos a sua própria cacofonia: o problema do défice orçamental, a dívida pública, a dívida externa, o défice externo, o crescimento económico! ... Só o crecimento económico é pequeno, o resto é enorme.

Mas será que o problema é de hoje, ou vem do passado? Cavaco Silva, enquanto PM sabia de economia mas foi limitado nas suas acções, Guterres foi complacente, Durão foi um dissente..., Santana foi indiferente a tudo e Sócrates...

Tenho que concordar que o programa do PS, partido que ganhou as eleições, era explícito sobre investimento, emprego, justiça social... dirão muitos que os eleitores votaram em promessas que hoje passaram a um PEC... ou seja, do sonho, passámos a uma realidade! Talvez muitos pensem assim. Mas a análise é mais profunda.

Para mim, o problema não está mo "malfadado" PEC. Talvez não esteja aqui a resposta para o reequilibrio das contas públicas.

A correcção estrutural do défice e da dívida pública vai depende da capacidade de reduzir despesas correntes e de aumentar a receita através de um crescimento fiscal assente na recuperação económica. A redução do défice público só vai ser feita à custa de uma importante quebra de consumos público e privado. Temos de nos habituar a consumir menos e produzir mais... ou a viver de acordo com as nossas posses.

Sara
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
Filipe Luís (seguir utilizador), 1 ponto , 16:19 | Quinta, 11 de Março de 2010
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
Olá (seguir utilizador), 1 ponto , 0:37 | Sexta, 12 de Março de 2010
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
Filipe Luís (seguir utilizador), 1 ponto , 11:07 | Sexta, 12 de Março de 2010
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
Olá (seguir utilizador), 1 ponto , 0:13 | Sábado, 13 de Março de 2010
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
bule (seguir utilizador), 1 ponto , 14:31 | Sábado, 13 de Março de 2010
    Re: Eu PEC, tu pecas...   
bule (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Sábado, 13 de Março de 2010
O Reino da Mediocridade
kizzaka (seguir utilizador), 2 pontos , 1:04 | Sexta, 12 de Março de 2010

"(...) Sócrates deu meia volta e avançou (...)"

Pois, na verdade, só os medíocres não mudam de ideias.

É uma lástima que os socialistas se vejam na contingência de governar à direita graças à economia de casino criada pela indústria financeira que pôs a economia produtiva de rastos e ainda teve o topete de reclamar o dinheiro do Estado (que somos todos nós, os contribuintes líquidos) para resgatá-la da crise de liquidez que desencadeou com a sua cupidez e ganância! - o reino da mediocridade, enfim.
Verdade pura e dura
Rui Gonçalves (seguir utilizador), 1 ponto , 12:44 | Quinta, 11 de Março de 2010
O texto de Filipe Luís, ao contrário do que refere a pessoa que comenta, está certíssimo...
Não se pode (como é comum neste País) justificar o que quer que seja com referências ao passado, a outros... (como se essas comparações fossem uma espécie de atenuante: é que o Cavaco era assim, o Guterres assado...) O que é que isso interessa? Isso é algum argumento? Não me parece. (Aliás, ainda não vi um argumento válido naqueles que defendem o PM... nos últimos tempos)
Já já tivemos maus políticos, pior para nós... Se continuamos a ter - como muito bem justifica o texto - pior para nós a dobrar.
Sócrates é um aprendiz de político, que está no Governo quase à experiência (experimenta uma coisa e a seguir faz o contrário, porque erra as previsões... em todos os sectores)...

Ainmda assim, continua a ter crédito para uma quantidade de incautos... que o que o Páis é: umaa montanha de gente que não sabe observar, analisar e decidir com crtitério e rigor.
    Re: Verdade pura e dura   
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 13:34 | Quinta, 11 de Março de 2010
O Pec(ado) original
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Quinta, 11 de Março de 2010
Concordo consigo Luís Filipe, o pecado original é que devido às contingências (a realidade muda, boa desculpa) nenhum governo é julgado pelas promessas senão nas urnas e o povo esquece. O parlamento não o faz, por conivência (caso dos que alternam no poder), e por medo da impopularidade de gerar instabilidade (ninguém que ser PRD, lembram-se?) E assim vamos numa paz podre, e as pessoas aderindo à ideia que a política e a honestidade são antónimos, é mais bonito, principalmente em campanha e agora com a desculpa da estabilidade deixar andar, esconder (sussurando) por causa dos mercados internacionais, porque é sempre mais merecedor de confiança para nós agora e mercados depois, descobrir que afinal era uma grande patranha. Todos nós fazemos o mesmo, por exemplo quando compramos um carro em segunda mão, esperamos que o anterior dono nos tenha deixado uma avaria de surpresa, que alega desconhecer, excelente negócio, quando lhe falamos da avaria, perguntamos logo se tem mais algum carro à venda. Estes senhores sabendo que as eleições estão longe, têm de agora massacrar o povo, para devolverem metade do que tiraram mais perto das eleições. Não concordo com a.dúvida, porque estes cortes devem suceder aos da acumulação de reformas e ordenados chorudos de pessoas nomeadas em participadas, públicas e trabalhadores da administração pública.
    Re: O Pec(ado) original   
Filipe Luís (seguir utilizador), 1 ponto , 16:21 | Quinta, 11 de Março de 2010
(continuação)
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 14:37 | Quinta, 11 de Março de 2010
Um administrador, político, etc. que tenha uma reforma de 5000€ e igual ordenado, pode e deve fazer sacríficios em tempo de crise, e, não poder acumular os dois rendimentos (poder-se-ão juntar indicadores como o rendimento per capita do agregado familiar para admitir excepções), uma reforma destas são 10 reformas de 500€ para quem já trabalhou uma vida, efectivamente, até uma criança faz estas contas, a segurança social deveria apresentar a percentagem de reformas destas em termos de pensionistas e em termos de peso na globalidade das pensões, para termos uma ideia do buraco e do luxo a que este país se dá, e aqui, " se dá" é o termo correcto, se dá a amigos e boys. Além disso devem ser melhor detalhadas as contas de ministérios, secretarias de estado e assessorias, para que possa ser cortado o superflúo, a maioria da população conseguirá até referendar medidas acerca dos assunto, desde que claro. Não somos burros, somos e como o seu artigo tão bem foca, propositadamente desinformados. Porque é que não houve coligação de esquerda? Porque a menor hipótese de formar governo actualmente, ou por princípio estes partidos pretendem acabar com certas mordomias, que os boys não querem. Já a coligação de direita, por que se estes caem somos nós os próximos na linha de sucessão. A ideia linha de sucessão vem da leitura do comentário de a.dúvida, e achar que a república comemorando os seus 100 anos, deveriam haver cognomes para os PM's, uma sugestão/voto online. Ideias não faltam.
    Re: (continuação)   
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 15:30 | Quinta, 11 de Março de 2010
    Re:   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 16:33 | Quinta, 11 de Março de 2010
    verdade pura e dura   
Joaquimalbertodias (seguir utilizador), 1 ponto , 16:43 | Segunda, 15 de Março de 2010
    Re: verdade pura e dura   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Sexta, 19 de Março de 2010
Versuspec
Lightning bird (seguir utilizador), 1 ponto , 10:37 | Sexta, 12 de Março de 2010
Auto-estradas ======================== Estradas
TGV =========================== Comboio normal
Mega Barragens == Mini-hídricas/represas/barragens
Mega pontes/campos fut = Boa gestão/recup património
Ideias tecno vanguardistas = Preservação/plan Natureza
Anarquia Florestal não fiscal = Planeamento e ord Florestal
Seborreia industrial ============ Investimento artesanal
Produção intensiva em série = Produção + familiar de ofício
Mega Indústria gananciosa ===== Mini indústria controlada
Turismo do garrafão ============== Turismo da Natureza
Dinheiros CEE para os grandes = Benefício pequenos/empresa. famíliar
Infraestruturas mega ====== Infraestruturas sustentáveis
"PAC"'s da treta agrícola ========= ajuda ao zé povo local
Comodismo/Mordomia ========== Trabalho e entre-ajuda
Proliferação material colapso === Vida + simples/comedida
Corrupção/mãozinha nas costas = + combate à verda. corrupção
Aumento impostos = diminuição gastos + gestão

PROGRESSISMO OBESO FALACIOSO E COMODISTA
=========================
TODOS A ALIMENTAR + A SUA RIQUEZA DO QUE A DOS OUTROS

Enquanto o progressismo e a especulação financeira imperar, o destino é o abismo. Quando se começar a valorizar o interior, mesmo desprovidos, desidentificados e vendidos, deixar de se lamber as botas ao estrangeiro, de comprar e obedecer a tudo o que ordenam de lá e começar-se a fazer algo aqui...então aí sim, as coisas mudarão.
http://www.ionline.pt/con...
PEC, PEc, Pec, pec....!
IRTÓPITO (seguir utilizador), 1 ponto , 20:47 | Sexta, 12 de Março de 2010
Concordo plenamente com a sua análise ao PEC, e à forma como este arruma de vez com as promessas eleitorais do Chefe do Executivo.
Mas Sócrates é isso mesmo, eloquente! Faz meio mundo (41%) acreditar "nestas verdades", como à seis meses os fez acreditar noutras!
Faço-lhe a justiça
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:27 | Sábado, 13 de Março de 2010

... a si, Filipe Luís, de o considerar um profissional sério e competente!
O que não significa que possa concordar sempre consigo ou com tudo o que escreve, ou com todas as interpretações que faz dos temas sobre os quais escreve!
Isto para lhe dizer o seguinte: quando JS e o PS se apresentaram às eleições, tinham um certo conhecimento da situação económica e social do País e do Mundo em geral ( como bem sabe, a globalização não permite percepcionar e perspectivar intervenções com elevado grau de probabilidade, porque muita da informação necessária é sonegada pelos diferentes interesses políticos e económicos à escala planetária) e estabeleceram um programa, que apresentaram aos portugueses com base no conhecimento que tinham e nas expectativas que fixaram para sua governação que esperavam que pudesse ser apoiada por uma nova maioria absoluta, o que não veio a verificar-se!
Não lhe parece este acontecimento bastante para que muitos dos combates que já estavam em curso, e que V. Filipe, enuncia, tivessem de ser interrompidos, pois não podem avançar sem um suporte parlamentar maioritário? e isso é motivo para pensar que JS desistiu de prosseguir o combate, nomeadamente na justiça, ou na implementação da reforma do SNS?
Da minha parte penso que não!
A política é a arte de avançar com a velocidade possível e com as reformas possíveis!
O mais, a comentadora Sara já enunciou, bem melhor do que eu!
Amanhã haverá mais Mundo...
Aceite os meus cumprimentos
JVPaiva
    Re: Faço-lhe a justiça   
Filipe Luís (seguir utilizador), 1 ponto , 18:50 | Segunda, 15 de Março de 2010
Inflexão ou Incoerencia partidaria ?
simonal (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Domingo, 14 de Março de 2010
Cito o seu texto:
"....que Louçã, com dentadura de vampiro, queria perpetrar, seria, agora, executado pelo Governo. E porquê?..."

"...Chegaremos à conclusão de que, afinal, Louçã ganhou o debate? ..."

li o seu comentario com atenção e a menção à Cavalaria é não só tendenciosa, como humilhante para quem foi militar e precisamente dessa "arma" nobre do Exercito. Acho até que a menção que refere é perfeitamente casuistica e necessaria para enquadrar o que parece pretender no seu texto, acusar o Socrates e valorizar o Louçã.

Todos sabemos que o PEC vai atingir fortemente a Classe media e que em 2012/13 AS TAXAS DE JUROS vão subir e com isso penalizar fortemente o eleitorado do PS, mas que raio , não lhe dá para perceber, que nessa altura vamos estar em periodo eleitoral ?

Será por isso que o Bloco desce, desce, desce, nas sondagens porque se percebera que não fora a campanha de certos medias eles não têm ideias para sobreviverem?

Não bastaria um PC organizado e menos militante, dos pensamento leninistas/ marxistas para obrigar o PS a inflectir nas suas politicas ?
É que o PSD com as atitudes rangelinanas/portistas, cada vez mais se vira para a direita e com isso o seu eleitorado foge para o PS.

Será por isso que as politicas que o meu Caro jornalista apelida de inflexões, não serão apenas e só uma forma de buscar votos no PSD ? È que como o Bloco se tem comportado, ( Beleza e companhia) nunca irá subir , antes descer e sustentadamente.

    Re: Inflexão ou Incoerencia partidaria ?   
Filipe Luís (seguir utilizador), 1 ponto , 18:54 | Segunda, 15 de Março de 2010
O pecado original
Gurefe (seguir utilizador), 1 ponto , 15:07 | Sexta, 19 de Março de 2010
Os partidos que têm hipótese de chegar ao poder, e não só, têm de convencer o maior numero possível de eleitores de que são os melhores para conduzir os destinos do país .
Ora, a grande maioria dos eleitores não têm, de facto, a capacidade de avaliar a bondade dos programas sejam eles quais forem .
Acresce ainda o facto de parte desses programas declararem intenções cuja exequibilidade pode ficar comprometida pelas pelas circunstâncias que podem ser mais ou menos previsíveis .
Dito isto, como convencem as forças políticas os eleitores ?
Propondo-lhes, através de conceitos simplificados, objectivos mais ou menos vagos e baseados em esteriótipos que agradem ao maior numero possível de eleitores .
O tecnicismo dos programas por incompreenssíveis para o comum dos cidadãos, serão a parte menos relevante da mensagem a passar .Esta mensagem tem de ser "adequada" aos processos "mais ou menos primitivos" de escolha da maioria dos cidadãos .
Este é o pecado original da democracia , pretender escolhas competentes de agentes naturalmente incompetentes .
Quem pretenda ganhar e executar os seus programas , tem de ser mais competente que os seus concorrentes em “adequar” melhor a sua linguagem oral ou outra às caracrerísticas reais dos eleitores .
Este é o triste jogo da democracia . Ninguém engana ninguém pelos simples facto de todos enganarem todos e de todas as maneiras possíveis, que são muitas.
Chegar aos eleitores é o termo mais adequado e alternativo .
PEC
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:31 | Sábado, 20 de Março de 2010
Pagas e calas, pelos devaneios criados por certos srs que pensam que tem o dom de governar.
Este PEC está a minha esposa farta de governar por falta de dinheiro em abundância, ao passo que na casa do sr Sócrates entra a rodo e não se consegue governar.
Enquanto formos governados pelo sr Sócrates o país a cada dia que passa mais se afunda.
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