Uma das inaugurações da última quarta-feira de Alberto João Jardim, no Funchal, acabou em confusão, ânimos exaltados e violência física. VEJA O VÍDEO DA SIC e participe no debate: HÁ DEMOCRACIA NA MADEIRA?
10:15 Quinta-feira, 8 de Out de 2009
O acto oficial de Alberto João Jardim, a inauguração da conclusão da terceira fase das infra-estruturas gerais do Madeira Tecnopolo, aconteceu com a presença de segurança por parte de uma empresa privada, que vedou todo o perímetro da área da iniciativa para impedir a presença de elementos da Nova Democracia que têm perturbado algumas destas acções do presidente do executivo madeirense.
A chegada de Jardim ao local, a sua habitual "marcha inaugural" acompanhada por populares e outras entidades regionais até ao palco dos discursos, as intervenções oficiais decorreram de forma pacífica.
Esta situação levou mesmo o líder madeirense a "pedir desculpa por isto não ter sido tão animado como há dias", numa alusão aos incidentes ocorridos sexta-feira com dirigentes do PND, após a inauguração da nova ligação ao porto do Funchal.
Hoje, cinco minutos após Jardim ter abandonado o local, e numa das vias de acesso à zona do palco, a cerca de 500 metros, chegou uma delegação de dirigentes do PND que pretendiam manifestar-se contra as "inaugurações eleitoralistas" de Alberto João Jardim e o alegado "desrespeito pelo principio da neutralidade e imparcialidade em época de eleições", cuja entrada foi negada por vários elementos da segurança privada.
Após várias tentativas para penetrarem na zona, o dirigente Eduardo Welsh (PND) aproveitou uma brecha, correu para o local, tendo sido agarrado e colocado fora das barreiras de forma violenta, assim como o deputado Baltasar Aguiar que acabou por ser agredido por um individuo que estava junto dos seguranças.
O parlamentar insurgiu-se ainda, reivindicando que "dado o seu estatuto de deputado tinha direito a entrar naquele espaço".
Durante a inauguração alguns jovens entre o grupo de populares, intitulando-se como "cidadãos da Madeira Livre" exibiram cartazes, com a autorização expressa de Alberto João Jardim, com dizeres contra a dirigentes do PND.
"Canha (candidato à câmara do Funchal) foge para o Brasil, a Justiça venezuelana te procura", "Canha, Baltasar e Welsh, os três artistas do circo fascista", "Fábrica do Hinton explorou o povo", "abaixo os herdeiros o Hinton, do Baltasar e padre Lopes", "abaixo os fascistas da Madeira Velha" eram algumas das frases inscritas nos cartazes.
Hoje Jardim presidiu à inauguração de três infra-estruturas na região, duas privadas e uma pública, que representaram um investimento total na ordem dos seis milhões de euros.
"" Abram lá as faixa que sou eu QUE ESTOU A MANDAR, Tá a ouvir oh Sr Guarda,deixe lá eles abrirem que SOU EU QUE ESTOU A MANDAR ""
Mas desde quando é que eu preciso de autorização de 1 presidente da Camara ou da Policia para manifestar silenciosamente os meus direitos ou opiniões?
Mas desde quando é que se veda a entrada a uma inauguração de uma OBRA PUBLICA? mas tá tudo doido?
Queixa no Ministério Publico pela autuação da Policia de Segurança Publica,de Alberto J.Jardim,dos trabalhadores que agrediram....JÁ
Isto é 1 crime publico.
QUE CAMBADA....Ainda correm para lhes dar beijinhos e abraçinhos.
OLHA ALBERTO JOÃO JARDIM, sabes quem te manda 1 grande abraço sentido?
O CABO DO GRUPO DE FORCADOS DE ALCOCHETE