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Morreu José Saramago

Edição Especial JL / VISÃO

O Jornal de Letras e a Visão prepararam uma Edição Especial dedicada a José Saramago

19:37 Sexta feira, 18 de Jun de 2010
Edição Especial JL / VISÃO
A vida e a obra de Saramago

Uma edição especial VISÃO-Jornal de Letras, evocativa da vida e da obra de José Saramago foi para as bancas neste fim de semana. Uma revista especial, para guardar, de 68 páginas, com muitas fotografias, memórias, depoimentos, momentos marcantes, polémicas, bibliografia e muito mais sobre o prémio Nobel português, e que poderá adquirir por apenas €1,50. Uma ocasião, ainda, para relembrar algumas das crónicas publicadas por Saramago na VISÃO, e para revisitar o seu pensamento, através de várias páginas com citações do escritor sobre a política, a escrita, o sexo feminino, a vida. Os nossos assinantes, como de costume, podem fazer a encomenda deste especial através do 808 20 80 20.


Edição Especial JL / VISÃO
Palavras-chave   José Saramago   VISÃO   Edição Especial   Capa   Sábado   nas bancas
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15 comentários
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Creio que merece.
bluelizard (seguir utilizador), 1 ponto , 0:07 | Sexta feira, 25 de Jun
Comunista ou não, polémico ou não, ainda bem que o foi, Saramago escreveu uma obra que foi é e será lida por milhões de seres humanos. Foi Nobel da Literatura, merece ser recordado como um grande Português.
Os grandes Homens, Agostinho da Silva, por exemplo são polémicos, não fazem parte do rebanho.
Gosto de Saramago mais pela inteligência dos temas do que da forma de redigir. Os livros "religiosos" que escreveu são do meu inteiro agrado porque abordam matérias que muitos gostariam de abordar mas não tem coragem para o fazerem, e provavelmente nem capacidade intelectual.
Como fiquei feliz e orgulhoso quando vi que outro grande Homem, Pessoa, deixou marca na África do Sul onde com 15 anos foi premiado por um texto que escreveu.
Morreu um homem mau...
Psmedo (seguir utilizador), 1 ponto , 15:11 | Segunda feira, 28 de Jun
Morreu um homem amargo e mau, incapaz de sorrir, que se esforçava por tornar a sua Pátria amarga, como ele.
José Saramago, era de facto um homem mau. Provava-o a sua cara vincada incapaz de exprimir um sorriso, prova-o a sua escrita prenhe de ódio e crítica aos valores mais normais e caros à civilização que o viu nascer, valores esses que ele, com as suas ideias, suas declarações e sua obra, renegou em Lanzarote. Será que no fundo, Saramago, para além do seu marcado azedume e soberba, tinha valores? Nunca o saberemos.
Repito, José Saramago era um homem mau. Que o digam os seus colegas, que em pleno período revolucionário foram vítimas de saneamentos selvagens. O homem, nessa época, tinha o “estribo nos dentes”, e era imparável algoz como sub-director do Diário de Notícias. Tinha por desporto arruinar a vida de quem não era comunista como ele.
Foram 87 anos de infecundidade, travestida de um aparente sucesso, revelado pelos livros que vendeu, e pela matreira estratégia de marketing que o conduziu ao Prémio Nobel, em detrimento de outros escritores Lusos, genuinamente com mais categoria e menos maldade crónica do que ele. Penso, por exemplo, no insuspeito Torga.
Tentei ler dois livros dessa personagem, para com honestidade poder dizer que, para além de não gostar dele como pessoa, o não considerava como um bom escritor, e que ofendia na sua essência a cultura Cristã da nossa Grei. Consegui apenas ler um, e o início de outro. A sua escrita, para além de ser incorrecta, era amarga como as cascas dos limões mais amargos. A sua originalidade era, afinal, o sinistro das suas ideias; o que, convenhamos, é pouco original. É mais fácil ser sinistro, provocador e mau, do que ter categoria, e valor. Saramago optou pelo mau caminho, como sempre, o mais fácil. E teve aparentemente sorte, na Terra, que a eternidade pouco lhe reservará.
Fiquei contente quando ameaçou (apenas ameaçou, porque na realidade a sua vaidade não lho permtia praticar), nunca mais pisar solo Pátrio. Uma figura como ele, é melhor estar longe da Pátria que em má hora o viu nascer. Afinal de que serve a este Portugal destroçado, um Iberistra convicto, ainda para mais, estalinista? Teria ficado bem por essas ilhas perdidas de Espanha, não fosse uma série de lacaios da cultura dominante “chorarem” por ele, por aqui por terras lusas, alimentando-lhe a sua profunda soberba.
Para além da sua obra escrita, de qualidade duvidosa e brilhantemente catapultada por apuradas técnicas comerciais que lhe conseguiram um Prémio Nobel da Literatura, (prémio com cada vez menos prestígio devido à carga política que contém), nada deixou em herança, para além de certamente muito dinheiro, o que é um contrasenso para um qualquer estalinista como ele. Mas a sua existência foi um perfeito logro. Foi uma existência desnecessária.
Saramago afastou-se da Pátria, e estou certo de que a Pátria, no seu todo mais puro, que não no folclore da "inteligentzia", não teve saudades dele. Foi uma bandeira da esquerda ortodoxa, e também da esquerda ambígua, essa do Primeiro-Ministro que nos desgoverna. Dessa mesma esquerda que decidiu usar o nosso dinheiro, para trazer em avião da Força Aérea Portuguesa, os seus restos inanimados para Portugal, a expensas de todos nós, e infamemente coberto com a Bandeira Nacional. Um Iberista, coberto com a Bandeira Nacional, que Saramago ofendeu vezes incontáveis, na essência da sua obra, e no veneno das suas declarações públicas. Era um relapso. Um indesejável.
Um homem que voluntariamente se afastou da sua Pátria, comentando-a de uma forma negativa no Estrangeiro, não é digno de nela entrar cadáver, coberto com a sua Bandeira. A bandeira de Saramago, era a do ódio, da arrogância, e da maldade praticada.
Mas os símbolos Nacionais estão hoje nas mãos de quem estão, e a representação das “vontades” Nacionais, está subordinada a quem está: à esquerda, tão sinistra como foi Saramago. Assim sendo, as homenagens que lhe fazem, incluindo os exagerados e ilegítimos dois dias de Luto Nacional, valem o que valem, e são apenas um acto de pura “camaradagem”, na verdadeira acepção da palavra. Quem nos desgoverna, pode cometer as maiores atrocidades, que ao povo profundo só resta pagar, e calar. Até ver.
Amanhã, Sarmago mergulhará pela terceira vez nas chamas. A primeira, terá sido quando nasceu, e ao longo de toda a sua vida, retrato que foi de ódio e maldade pela sua imagem espelhados e espalhados; a segunda, terá sido quando o seu corpo ficou irremediavelmente inanimado, e estou certo de que entrou no Inferno, a confraternizar com o seu amigo Satanás; a terceira, amanhã, será quando o seu corpo inerte e sem alma, entrar para ser definitivamente destruído, no Crematório do Alto de S. João.
Será um maravilhoso e completo Auto de Fé. O Homem e a sua obra venenosa, serão queimados definitivamente nas chamas da terra, que nas da eternidade já o foram no dia em que morreu.
De Saramago recordaremos um homem que não sabia rir, que gostava certamente muito de dinheiro, e que o terá ganho, que era mau e vaidoso, e que o provou ao longo da sua vida, que quis viver longe da sua Pátria por a ela não saber ter amor, e que foi homenageado por meia dúzia de palhaços esquerdistas, “compagnons de route” coniventes com um dos últimos fósseis estalinistas, que ilustrava uma forma de estar na vida e na política sem alma, amoral, e que globalmente contribuiu para a destruição de toda uma Pátria, e suas tradições.
  Ocorreu ontem, quando soube que este cavalheiro de triste figura tinha morrido, que estaria por certo no inferno, sentado com Rosa Coutinho, também lá entrado há poucos dias, à espera de Mário Soares e Almeida Santos, para os quatro juntos jogarem uma animada e bem “quente” partida de sueca...
O País está mais limpo. Um dos maiores expoentes do ódio e da maldade, desapareceu da superfície da Terra. Espero que a Casa dos Bicos, um dia possa ter melhor função, do que albergar a memória de tão pérfida personagem. As suas letras, estou certo de que cairão no esquecimento, ao contrário das de Camões, Torga ou Pessoa, entre muitos outros.
Apesar de tudo, e porque sou Católico (e porque a raiva não é pecado), que Deus tenha compaixão de tão grande pobreza, mas que se lembre fundamentalmente de nós , de todos os Portugueses íntegros que tentamos sobreviver com dificulade, neste Portugal governado pelos amigalhaços do extinto, que apesar do luto em que fingem estar, mas que na verdade não sabem viver, continuam a todo o custo a viver o enorme bacanal que arruina Portugal...
No fundo, no fundo, e porque as palavras as leva o vento, que Deus tenha piedade de tão grande pobreza!
    Re: Morreu um homem mau...   
NÃO TENTO (seguir utilizador), 1 ponto , 12:09 | Quinta feira, 15 de Jul
Não contribui para esta revista
Psmedo (seguir utilizador), 1 ponto , 15:18 | Segunda feira, 28 de Jun
Só a capa já assustava...e no interior uma sincronia de vassalagem...não , não acreditava. Passei os olhos e não acreditava...
Só isto ???
E o mal que este defensor da SUA liberdade causou a tanta gente...
Basta um prémio Nobel e qualquer NAZI ou ESTALINISTA pasa de imediato a decorar a galeria dos nossos ilustres...
Ficou na banca á espera que um fervoroso ESTALINISTA a levasse para colecção...porque do meu bolso NÂO
Destes quatro comentários
mferncosta (seguir utilizador), 1 ponto , 12:44 | Terça feira, 3 de Ago
é triste e sintomático realçar que os três que caracterizaram Saramago como amargo e outras coisas bem piores sejam afinal imagens de pessoas ressabiadas, muito mais do que amargas, recalcadas de ódio, justiceiras. "Não julgues para não seres julgado..." disse alguém que imagino estes três "comentadores" veneram profundamente. O que fizeram não tem a ver com a obra de Saramago que, muito provávelmente, nem sequer leram.
Limitaram-se a lançar uma verborreia de ódio, ignorância e pequenez.
Por mim, penso que é esta, também, uma das razões por que o país não passa, não avança, não cresce...
    Re: Destes quatro comentários   
Pram (seguir utilizador), 1 ponto , 23:46 | Terça feira, 3 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
NÃO TENTO (seguir utilizador), 1 ponto , 15:46 | Quarta feira, 4 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
Pram (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Quarta feira, 4 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
Pram (seguir utilizador), 1 ponto , 16:43 | Quarta feira, 4 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
Psmedo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:29 | Quarta feira, 4 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
NÃO TENTO (seguir utilizador), 1 ponto , 17:43 | Quarta feira, 4 de Ago
    Re: Destes quatro comentários   
Psmedo (seguir utilizador), 1 ponto , 18:04 | Quarta feira, 4 de Ago
Esta é a ditosa Patria minha amada
Psmedo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:52 | Quarta feira, 4 de Ago
Para dizer tudo numa palavra, Portugal, para os verdadeiros portugueses, se tornava um país inabitável. Ao contrário da denominação histórica que se tornou corrente, os verdadeiros estranjeirados eram realmente os que, ficando em Portugal, serviam o poder; os outros, os que emigravam o mais que podiam, esses eram os reais portugueses, os portugueses tradicionalistas, os portugueses; que preferiam todos os incómodos de um exílio à dor de viver numa pátria que, de sua, só tinha o elemento material de céu, terra e mar.”

Você cita e bem (acima) que os verdadeiros Portugueses são os que emigraram. Mas esses ao contrário do seu estimado escritor não dizem mal da sua ditosa e amada patria...
O azedume do Sr Samago para com o Portugal de todos nós é por demais sabido de tal forma que nem cá quis deixar (e ainda bem) o seu espolio e museu...pois de Espanha nem bom vento nem bom casamento...que a D. Pilar é que se orientou e muito bem...
ser amargo
Viriato (seguir utilizador), 1 ponto , 16:52 | Quinta feira, 26 de Ago
Por favor, não percam tempo nem tinta com esta carcaça velha, vergonha dos Portugueses
Que grande artigo este de Psmedo, de 28 de Junho. Parabens. Disse que o rei vai nu.
    Re: ser amargo   
Pram (seguir utilizador), 1 ponto , 21:08 | Quinta feira, 26 de Ago
15 comentários
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