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Crise

Desemprego preocupa Cavaco Silva

O Presidente da República afirmou, na terça-feira, em Vila Pouca de Aguiar, que, por detrás dos números do desemprego revelados, "estão dramas e angústias pessoais em relação às quais ninguém de bom senso pode ficar indiferente".

visao.pt
10:00 Quarta feira, 25 de Mar de 2009

Cavaco Silva iniciou uma visita de dois dias ao Distrito de Vila Real,  na terça-feira, inaugurando o centro de investigação da empresa Transgranitos, que está a desenvolver um processo pioneiro a nível mundial para a coloração e envelhecimento artificial de granitos.

No decorrer da visita à Transgranitos, com sede em Telões, Vila Pouca de Aguiar, o Chefe de Estado salientou que ninguém pode ficar "indiferente" aos números do desemprego revelados na segunda-feira.

O número de inscritos nos centros de emprego aumentou 17,7 por cento em Fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2008, o que representa o acréscimo mais elevado desde Dezembro de 2003.

De acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Fevereiro, havia 469.299 desempregados inscritos, mais 70.720 do que em Fevereiro de 2008. Em relação a Janeiro deste ano, registaram-se mais 21.333 inscritos, um aumento de 4,8 por cento.

"Por detrás dos números do desemprego revelados, estão dramas e angústias pessoais em relação às quais ninguém de bom senso pode ficar indiferente", sublinhou.

Acrescentou que, quem vem ao terreno e contacta com as consequências da crise económica "não fica muito surpreendido e sabe que é preciso desenhar apoios de emergência social".

Cavaco Silva frisou ainda que, sem as pequenas e médias empresas "será muito difícil evitar a subida dos nossos números de desemprego".

Considerou que "Portugal não consegue enfrentar a crise sem o contributo das pequenas e médias empresas", que, acrescentou, representam 97 por cento das empresas nacionais.

Por isso o Presidente da República fez questão de evidenciar o caso da Transgranitos, uma empresa que "tem sucesso, emprego e não está a pensar em reduzir o número de desempregados".

"É uma empresa que aposta na inovação, investigação, na parceria com uma universidade. É um exemplo que vale a pena mostrar. É a prova de que, com a iniciativa empresarial, com capacidade de gestão, com talento, com procura dos mercados certos, as empresas podem triunfar quer no litoral quer no interior do País", sublinhou.

A Transgranitos possui quatro pedreiras e uma unidade transformadora, distribuídas pelos Distritos de Vila Real, Guarda e Viseu, empregando directamente 63 pessoas.

Cavaco Silva insistiu no apelo ao diálogo no interior das empresas, entre os empresários e os trabalhadores.

Isto porque, nas circunstâncias actuais, "uma empresa que fecha e que trabalha para a exportação é muito provável que, no fim da crise, já não venha a reabrir".

O Chefe de Estado escusou-se a comentar as medidas anunciadas pelo Governo para apoiar as pequenas e médias empresas, no entanto acrescentou que espera que os apoios anunciados "produzam os resultados que têm vindo a ser indicados".

A unidade de investigação e desenvolvimento da Trangranitos, criada em parceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), representa um investimento de 500 mil euros, financiados pelo Programa Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial (SIME IDI).

Os investigadores do centro estão a estudar os processos de coloração e o envelhecimento artificial do granito, um processo que a empresa diz ser pioneiro a nível mundial.

A empresa, criada em 1989, exportou no ano passado 30 por cento sua produção, prevendo uma subida em 2009, para os 35 por cento, devido a projectos contratados em 2008 para a Bélgica e Alemanha.

A empresa exporta ainda para países como Irlanda, Inglaterra, Luxemburgo, Suiça, e Angola.

Entre as suas obras "mais emblemáticas" destacam-se o Parlamento Europeu, em Bruxelas, o Estádio do Molde, na Noruega, o Hotel Continental, em Luanda, a sede da Allianz, em Munique, o Center Station, em Viana do Castelo, o Instituto Politécnico de Bragança e diversas estações de caminho-de-ferro da CP.
Palavras-chave   desemprego   Cavaco Silva   Portugal   crise
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Social Democracia
José Gonçalves Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 17:37 | Quinta feira, 2 de Abr de 2009
Com a chamada revolução industrial/aumentou muito a classe proletária/e da Rússia,a ideia revolucionária/«abalou»o Capitalismo
no seu pedestal.Ainda que seja utopia,o Comunismo/o Capitalista faz-lhe guerra mortal/porque o Comunista quer o Socialismo/o que
é indesejável para o Capital.Então para defender o Capitalismo/
os finórios intelectuais da Burguesia/inventaram a Social Democracia/e desfraldam o Pendão do Socialismo.Até mesmo da
Social Democracia/há gente que canta a Internacional/e com muito
populismo e hipocrisia/consegue levar o rebanho ao curral.
Enquanto a Social Democracia/arvorar o Pendão do Socialismo/
pode bem descansar o Capitalismo/pois tem,do Social Democrata,
parceria.Ainda que use barba à carroceiro/e não use a tradicional gravata/e se proclame Social Democrata/êle é,do liberal eficiente
parceiro.Do Nazi-Fascismo,os apaniguados/eram gente da ralé e da
pequena Burguesia/eram os excluídos,os descamisados/depois ao serviço da Oligarquia.Os aristocratas da Finança e Economia/são
uma casta de origem variada/até há gente da Plebe que,afortunada
conseguiu alcançar certa supremacia.E alguns há que eram vilôes vulgares/uma vez pela Fortuna favorecidos/renegam suas raízes
populares/e são os piores inimigos dos excluídos.E quanto ao social
demo-cristão/depois de Cristo ser Rei proclamado/o Capitalismo,
pode estar descansado/pois a Plebe gosta de Ritual e Procissão.
Social Democracia (contin.)
José Gonçalves Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 18:08 | Quinta feira, 2 de Abr de 2009
De Cristo afinal,a sua existência/não há provas concretas na História/a não ser uma fictícia,lendária memória/para manter a Plebe na subserviência.Agora com a Opus Dei sucessora/da célebre jesuítica Companhia/o Cristo-Rei é fôrça protectora/do Capitalismo e da Burguesia.A Cruz de Cristo na Corôa do Rei/
simboliza pois a Monarquia/tem,do Deus cristão,a simpatia/e o apoio da poderosa Opus Dei.Ainda que a revolução industrial/seja
hoje digital e sofisticada/a classe operária continua explorada/e a
Teoria marxista,continua actual.O Capital inda é mais imperialista/
pois quer,do Mundo,a Globalização/e tem o Tio Sam como o
Magno Capitão/que considera todo o adversário,terrorista.Há a
chamada esquerda liberal/há a chamada esquerda trabalhista/há
o social da Internacional Socialista/e há o demo-cristão adepto do
Capital.Então,do Capitalismo,a Burguesia/mascara-se de Esquerda modernaça/e o proletário não vê que o Reaça/subtilmente lhe
confisca a mais-valia.O trabalhista Blair apoiou o Terrorismo/
do Presidente Bush,ianque brutal/e tanto o PS como o PSD de
Portugal/apoiam o pirata e flibusteiro Globalismo.
Submissão
José Gonçalves Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Sábado, 4 de Abr de 2009
O Homem criou Deus à sua imagem/à medida do seus egoísmo e tirania/e levar,da Humanidade,toda a vantagem/é que cada Religião tenta à porfia/sempre assim usou a malandragem/a Religião,o terror,a malfeitoria/causando aos Povos enormes danos/explorando,esmagando os Seres humanos.Mas o Povo,
sempre eterno crente/ temendo aquilo que desconhece/aceita pois medroso,fielmente/as Leis que um Profeta tece/
e o sacerdote actua como Agente/do Deus,que dá o Céu a quem
merece/mas em troca de grandes sacrifícios/e o Povo suporta
dôres,malefícios.Porque os Profetas,agentes do Céu/ao serviço
de Reis e Poderosos/defendem não só o que é seu/mas também contêm os revoltosos/e dizem que aos Reis,foi Deus que deu/a Autoridade,as Leis,e reais gozos.O Povo deve servir Deus e o Rei/
a Autoridade é divina,está na Lei.
Submissão (contin.)
José Gonçalves Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Sábado, 4 de Abr de 2009
Nesta comédia,nesta exibição/fazendo parte da mesma Seita/há naturalmente a social divisão/entre a Plebe e a casta eleita/e destacada vai na Procissão/a Burguesia local,bem satisfeita.
O Prior abençôa a multidão/que espera de Deus,a salvação.
E a Plebe ignorante,compungida/temendo as penas do Inferno/aceita conformada,sua vida/triste,como o próprio inverno/todos os sacifícios,e vencida/espera com Fé no Deus eterno/ que lhe perdôe,e lhe dê no Céu/o que na Terra,Deus não lhe deu.Mas quem sou eu p'ra clamar assim?/Filho da Plebe inculta ignorante/filho da pobreza,pobre de mim/nêste mundo de pulhice imperante/só penso que um dia terá fim/a exploração fria,humilhan-
te/do mundo do trabalho e servidão/e o proletário fará a Revolução.
Mas Revoluções,muitas houveram/desde os escravos do Império
romano/e contra todas elas se abateram/as fôrças dum ou doutro tirano.E as religiões,o que fizeram?Prégaram a submissão,o abandono/nas mãos de Deus,e até à morte/o pobre vai esperando
melhor sorte.Absurdo dos absurdos,que burrice!/Os Dogmas religiosos são porém/a justificação da guerra,da pulhice/que no Mundo há,e assim convém/aos ditames,dos que,p'la vigarice/são Vigários do Mundo e do Àlém/impondo a seu modo,as Ditaduras/ condicionando Povos e suas culturas.
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