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Albufeira

Demolição criticada por destruir eventuais provas

O que restava do penedo que caiu na sexta-feira na praia Maria Luísa, em Albufeira, provocando a morte a cinco pessoas, foi demolido esta noite, mas o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público alega que podem ter sido assim destruídas provas. VEJA O VÍDEO DA SIC

visao.pt
8:40 Segunda, 24 de Agosto de 2009
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Os trabalhos da demolição controlada da parte da arriba que resistiu à derrocada de sexta-feira, e que provocou cinco mortos e três feridos, foram levados a cabo domingo à noite por três máquinas. As rochas resultantes da demolição foram deixadas junto à falésia de forma propositada, "para evitar a erosão da arriba provocada pela água do mar", conforme explicou à Lusa Valentina Calixto, presidente da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve que acompanhou os trabalhos.

A partir de segunda-feira, adiantou a responsável, a ARH vai fazer "um balanço das zonas mais preocupantes e uma reprogramação do trabalho de avaliação das arribas do litoral".

A decisão de destruir o penedo que ficou de pé foi do Ministério do Ambiente é foi criticada pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, que considera que, com a demolição do penedo, destruíram-se eventuais provas.

A resposta do MP

O Ministério Público de Albufeira já respondeu às críticas, garantindo que o desmoronamento controlado do rochedo da praia Maria Luísa não altera as provas retiradas pelas autoridades para o inquérito.

Em declarações à Lusa, fonte do Ministério Público de Albufeira admitiu que a derrocada controlada destruiu as provas mas sublinhou que esse facto não altera os relatórios feitos previamente pela Polícia Judiciária e Ministério do Ambiente.

A mesma fonte judicial confirmou que o Ministério Público já tem em seu poder o auto da notícia da Polícia Marítima relativo à trágica derrocada, mas que ainda falta receber o resultado das autópsias das vítimas, informação que deverá estar disponível "na próxima terça-feira".



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O PAÍS ADIADO
kizzaka (seguir utilizador), 2 pontos , 13:44 | Segunda, 24 de Agosto de 2009

«a ARH vai fazer "um balanço das zonas mais preocupantes e uma reprogramação do trabalho de avaliação das arribas do litoral".»

Vai fazer? Estavam a dormir ou quê? Não é suposto ser esse o trabalho da ARH? Cambada de chupistas... Olha lá, para onde vai o dinheiro dos meus impostos...

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público tem o topete de criticar o Ministério do Ambiente!?... Este país é um colosso...

O cidadão João Palma nunca esteve em Albufeira? Não sabe ler? Estavam lá (e estão!) placas a advertir para o perigo de derrocada. E as vivendazinhas com piscina à beira da falésia por todo o Algarve, não lhe dão ganas de processar os prevaricadores?
Inquérito para quê, Ó cidadão sindicalista!? Para gastar papel e recursos do Estado que melhor fora serem aplicados na promoção de uma Justiça célere na nossa terra?
Se isto não fosse tão trágico, dir-se-ia que vocês são uma verdadeira anedota... de muito mau gosto. DEMITAM-SE!!! É o mínimo da decência, quer dizer, respeito por vós próprios.
Falar por falar.
Pai Louco (seguir utilizador), 1 ponto , 10:10 | Segunda, 24 de Agosto de 2009
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público alega que podem ter sido assim destruídas provas.

Com tantos processos pendentes para despachar porque desejam abrir mais? Limpem as vossas carteiras.
Porque não vão aos locais proibidos por placas e movem processos a todos os que derespeitam a sinalização?
Ou porque não o sindicato fazer serviço cívico e convencer as pessoas a abandonar esses locais?
A pensar no futuro
Bagonha (seguir utilizador), 1 ponto , 21:19 | Terça, 25 de Agosto de 2009
Não vêem que o cidadão, magistrado e sindicalista, João Palma está a trabalhar para o futuro? Dele claro. Entretanto vai ficando famoso e não tarda começa a aparecer nas revistas cor de laranja, perdão, cor de rosa.
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