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De l'amour

Ignorava que os pezinhos de porco fossem afrodisíacos

2:35 Quinta, 17 de Junho de 2010
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Se calhar as minhas grandes paixões passaram-se entre os doze e os quinze anos: por cromos de artistas de cinema que vinham nas embalagens das pastilhas elásticas, pela tia de um colega da escola que me passou a mão no cabelo, por meninas que patinavam no Jardim Zoológico e não me ligavam nenhuma, por uma senhora da idade da minha mãe que encostou a perna à minha no eléctrico, por uma outra, mais velha ainda, que me pegou na mão no cinema. No intervalo, loiríssima, fumou um cigarro de filtro doirado sem olhar para mim a fim de que não pensassem que namorávamos, visto que os assuntos sérios querem-se com recato e eu ainda não tinha dito nada aos meus pais, tornando o noivado oficial, mas a seguir ao intervalo, no escuro, discreta e suave, pegou-me na mão outra vez, largou-a para me acariciar o joelho

(eu usava, imperdoavelmente, calções)

demorou-se no princípio da coxa, com pressões várias e lentas

(sentia-lhe os anéis)

regressou à mão, entrelaçou os dedos nos meus, fez-me cócegas, com as unhas, na palma, o polegar passeou-me para baixo e para cima pulso adiante, mal o filme acabou levantou-se e nunca mais a vi. Quer dizer, vi o cabelo loiro a entrar num táxi e chovia. Não há nada mais triste que um amor sincero terminado à chuva. O reflexo das luzes nas poças de água quase me impedia de respirar de dor. Levei para aí um ano a recompor-me. Se não foi um ano foi uma semana, o que vem a dar no mesmo, inconsolável por pensar que teríamos sido felizes. Não tenho a menor dúvida que teríamos sido felizes, são coisas que se percebem. E, por estranho que pareça, ainda hoje o reflexo das luzes nas poças de água me dá uma espécie de melancolia mansa.

Depois da senhora mais velha que a minha mãe, para aí com quarenta anos que é número que dá vertigens, recuperei graças às gémeas Kessler, alemãs ou suíças ou holandesas, é tudo igual, que cantavam, vestidas do que eu achava serem fatos de banho, na televisão. Logo duas, de pernas compridíssimas

(quatro pernas)

para trás e para a frente, e penachos na cabeça cintilando milhares de diamantes e pérolas. O problema era que não conseguia decidir-me, escolho a da esquerda, escolho a da direita, tinham o mesmo sinal na mesma bochecha, o mesmo sorriso inalterável, a mesma cintura, os mesmos movimentos, desciam a mesma escada na mesma cadência, ponderei

- Fico com as duas?

este pensamento poligâmico, dito ao prior na confissão, traria na volta uma fiada interminável de Ave Marias de penitência e uma tarde inteira na igreja a pagá-las, para além do receio que o prior, amigo do meu avô, o fosse escandalizar com as minhas poucas vergonhas. Já estava a vê-lo chamar-me ao escritório, sentar-se à secretária, ordenar

- Chega aqui

eu de pé do outro lado, à espera, enquanto o meu avô, terrível, em silêncio e de pálpebras descidas, mudava o filtro da boquilha, endireitava objectos numa indignação lenta, passava uma folha do calendário de argolas que demorou um século a virar, fitou-me outro século numa mudez de mau agoiro e vociferou por fim, pronunciando cada sílaba numa martelada de ultraje

- Com que então as duas gémeas Kessler ao mesmo tempo, seu bandido?

enquanto alongava o pescoço para o corredor na esperança que a minha avó não desse conta da infâmia e corresse a prometer novenas para me salvar da eternidade de labaredas e tridentes. Obrigado a deixar as gémeas Kessler, que provavelmente agonizaram de desgosto sob os penachos, passei um longo período de reflexão abstinente até começar a comover-me, aos poucos, com as nádegas da cozinheira, que cheirava a pezinhos de porco de coentrada da mesma forma que os mártires cheiravam a santidade. Ignorava que os pezinhos de porco fossem afrodisíacos

(sabia lá o que significava afrodisíaco)

mas pelos vistos não existia pai para aquilo. Joguei-lhe a palma ao rabo e, ao voltar a cabeça, estava a minha outra avó, na porta da cozinha, de queixo caído. Como era uma pessoa de profundo sentido político, um Tayllerand de saias, em lugar de indignações e ralhos propôs-me trocar as saliências posteriores da cozinheira por conta aberta na pastelaria quase ao lado da casa dela, que exibia na montra bolos de creme irresistíveis em que o creme tinha a forma de pintos de órbitas amarelas de fios de ovos e caudas de frutas cristalizadas. Cedi. Entre nádegas e bolos quem, normalmente constituído, não prefere os bolos? Após um momento de indecisão resolvi-me pelo açúcar em detrimento dos coentros. Só me indignou que, mal a cozinheira se despediu, a minha avó me fechasse a conta prevenindo que não queria um neto gordo. Tempos depois de a cozinheira se despedir a pastelaria fechou. Quem garante não ter sido a minha avó a mandá-la fechar? Se algum de vocês souber de uma pastelaria com bolos de creme em forma de pinto de órbitas amarelas agradeço que me diga: é que sinto vontade de me apaixonar outra vez.
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ter 15 anos, é sempre engraçado...
Apolo (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 23:14 | Quinta, 17 de Junho de 2010
Olá DR., lembrar os nossos 15 anos é sempre muito engraçado! às vezes conto aos meus filhos, agora já homens, dos rapazes marotos que me perseguiam e as tropelias que eu lhes fazia, para me safar das maroteiras deles, os meus filhos riem, passam-me a mão na cabeça com ternura, de ter uma mãe de cabelos brancos, com a minha idade e que conversa com eles como se fosse irmã deles; é bom conversar com os filhos, marotos mas ajuízados; há coisas que nos vêm à memória e nas minhas histórias geralmente está a presença do meu pai, sempre atento às filhas a espreitar por dentro das cortinas da janela, quando tinhamos que ir à rua e só podiamos ver o chão que pisávamos! a minha mãe, era mais tolerante e achava graça, recordo-me de um rapaz que me enviava presentes pelo correio, geralmente era a minha mãe que abria a porta ao carteiro, ela desembrulhava tudo e era um festival de riso lá em casa! mas quando o meu pai entrava tudo de bico calado, porque ele não era para graças dessa natureza, sempre atento o meu pai! mesmo agora, senti vontade de voltar atrás, para sentir a proteção dele! mas a vida é assim: feita de encantos e desencantos, de alegria e tristeza, de presença e ausência, ficam só as lembranças...
Cumprimentos DR.
Manuela R.
l`amour...
gaivota 49 (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 18:52 | Sexta, 18 de Junho de 2010
Que interessante história dos seus 15 anos.
Estou a imaginá-lo,lloiro,espigadote,sorriso maroto e uns olhos azuis
á «matador».
Mas parece-me que gostava mais do rabo da criada que dos ditos bolos...
As holandesas eram giram,mas eram duas,ainda por cima iguais,que trapalhada,e era fartura a mais...
looooool
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 11:28 | Sábado, 19 de Junho de 2010
É Sábado e acordei tristonho e sem vontade para nada e nem de propósito tinha andado a adiar a disposição para ler a crónica e que sorte que tive fartei-me de rir e a disposição já é outra ganhei o dia. Posso comparar esta escrita à montagem de um filme ? posso imaginar estas ideias (em bruto, descoordenadas) nas mãos de vários escritores e o que cada um faria com elas ? por onde lhes pegava, como as conjugava...
    Re: looooool   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 0:49 | Domingo, 20 de Junho de 2010
    Re: looooool   
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Terça, 22 de Junho de 2010
Que seca.
jocabrito (seguir utilizador), 1 ponto , 22:54 | Domingo, 20 de Junho de 2010
Que seca!
    Re: Que seca. \ É um facto, João!   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 21:07 | Segunda, 21 de Junho de 2010
    Re: batem leve, levemente...   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Adorei o seu texto,relato-lhe aqui1pouco dos meus
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 2:58 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Bem Dr.Antunes, eu com 12 até aos 15 anos, posso dizer que amei essa fase, andava no atletismo, andava na música, adorava passear, adorava praia, adorava já fazer pinturas em objectos comprados que comprava tintas e pratos e canecas e outras loiças para pintar, fiz as minhas maiores obras de ponto cruz com mais de 40 cores e adqueri imensa paciência, trabalhava já nestes anos com o meu pai e adorava pois sempre gostei de atender as pessoas e ver as senhoras da cidade ao sábado às compras, mas antes de irem passarem no cabelereiro para se arranjarem-se todas.
Mas giro mesmo era quando uma das minhas clientes aparecia sempre a condizer com sapatos, roupa, pinturas, era uma senhora de 65 anos ou mais, e quando pintava os lábios, os dentes apareciam sempre todos pintados os de cima.Agora imagine o que era ouvi-la, falar com os dentes assim e não poder rir. Mas o mais giro é que andava sempre assim, que até decorrei o que ela levava, todas as semanas.
De facto atender o público tem as suas vantagens, sobretudo quando nos aparecem pessoas já com 89 anos e nos questionam, assim: o que é que o bacalhau quer?/ Eu simplesmente disse: não sei.
Sabe o que ela me disse DR.António? -"Quer caralho".
Sabe qd tentamos ser sp educados e nos aparecem assim clientes? Pois é parte-nos todos e faz o pessoal rir.
Com eles aprendi a ver a vida de um modo diferente e devo-lhes muito, mas sabe por ter vivido e feito aí e noutros anos descontos. Hoje não mudo e adoro ajudar sp o próximo,já o fazia
1pouco dos meus 12-15 anos--continuação
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 3:19 | Segunda, 21 de Junho de 2010
antes e ainda adoro hoje fazer isso, pois nunca deixarei de ser humana, e esse dom não nasce com todos, mas apenas com alguns.
Com essa idade também era mais fortezinha, pesava mais 6kg ou mais 4 do que hoje.
Andava sempre de bicicleta para a escola e fazia 12kms por dia, pois ia a casa 4 vezes, até em 50 minutos para comer, não gostava nada de comer na cântina e fugia com a minha bicicleta que manobrei-a o máximo, para ela me guiar sempre e eu somente pedalar nela.
Sim,eu andava sempre sem mãos na minha bicicleta e as pessoas quando passavam por mim estremeciam e eu ria-me sempre.
Mas o melhor episódio foi um dia ao passar ao lado de um senhor da minha zona que era cliente do meu pai e dizia-me assim:"quando estiver com o teu pai digo-lhe como andas" e digo-te que um dia partes os dentes todos.
Bem, após ouvir tantas vezes isto, decidi dar-lhe uma nova visão: a sua empresa estava por tràs na lactogal, e por trás existe uma estrada que é uma curva visível e uma descida até à estrada.
Qual o seu espanto?
Bem, lá atrás no começo da descida e na curva, desço40mts sem mãos e sem pés nos pedais, mas sim no meio da bicicleta e passo perante o senhor e só meti as mãos e os pés, quando tive que ver se vinha outro carro de outro lado, e ele claro ficou com a boca aberta e espantado, e eu a rir da cara dele, como agora ao contar-lhe.
Já outras pessoas questionavam-me se não queria vender o volante.Mas a minha resposta era: preciso dele para os travões, senão até vendia,ahah

1 pouco dos meus12-15.com foi cm meteu...cont
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 3:34 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Perante estes episódios, será que posso chorar?
Claro que não, até hoje adoro andar sem mãos nas bicicletas, adoro ser o perigo,ahah, e digo-lhe mais.
Um dia que os meus pais me levaram aos 12 anos de carro e não me foram buscar depois à escola e eu cheguei a casa de fato treino toda molhada que chovia nesse dia, mas fez sol quando ia, prometi a mim mesma, que nunca mais ia de carro.Então quando chovia ia de bicicleta que adorava ir, e fugia muitas vezes da chuva quando vinha para casa, que mal entrava no meu pátio além de trovejar, começava a chover torrencialmente, e eu ria-me porque fugia sempre da chuva e conseguia, ser mais veloz que ela.
Hoje não vejo isso de muitos pais, vejo só carros a irem buscar os filhos e levar e autocarros, e sabe que mais?
Perdem tanto, não conhecem o valor da vida, e ficam de mal de apanham chova.Já eu até danço no meio dela e riu-me e digo muitas vezes quando apanho1 que não gastei àgua para me lavar, e se tivesse champoo e amaciador, poupava imensa àgua.
Por isso só lhe digo: não nascer com tudo foi bom, ter hoje quase tudo é aborrecido, mas deu sobretudo para aprender a dar valor a esta vida e ter uma visão bem diferente de muitos jovens, no sabor do quanto custa as coisas, levantar às 5h30 e 6h, e ir com dias muito frios trabalhar.Tudo isso foi sempre bom, porque me deu uma visão diferente da vida e qd vejo hoje muitas pessoas capazes de destruír a sua família, eu recuso-me aceitar essa atitude,pq1dia nada levam quando morrerem.A vida
CONTINUAÇÃO.
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 3:52 | Segunda, 21 de Junho de 2010
é para ser vivida, não para ser pisada, nem humilhada.
Toda a nossa vida pode ter boas ou más recordações, a minha têm boas recordações, eu fazia sempre uma boa discoteca em casa, estava sempre na boa, adorava ouvir o Michael Jackson e a sua irmã, como outros músicos e adorava o Tom Cruise, que tinha os seus postes na parede do meu quarto, entre outros músicos e actores.
Fazia com os vizinhos ao lado da minha casa os jogos sem fronteiras, e equipavamos lá o pinhal com tudo, até com um bidão de gasóleo grande vazio e deitavamo-lo e metiamos àgua no caminho que faziamos e agarravamos numa corda que metemos numa das acácias, para nos equilibrarmos em cima dele.Vibravamos com os jogos sem fronteiras e faziamos em algumas partes que o meu equilibrio hoje para ratoeiras é um máximo, que dificimente caiu.
Por Isso Dr.Antunes, hoje tenho pena dos jovens viverem atràs de um pc e deixarem de conviver e de fazerem jogos com mais malta. Agarram-se perante a TV e o pc e pedem tudo aos pais.Ter menos em criança e adolescente e em adulta ter tudo é algo maravilhoso e, saber conhecer o verdadeiro valor do dinheiro, melhor ainda, porque aprendemos a não pisar o próximo, aprendemos a conhecer o mundo e a respeitar o mais velho, aprendemos a ser educados e a lutar para um vida e a dar-lhe mais sabor apetecido.
Aprende-se imenso e sobretudo não abandonamos os nossos pais1 dia qd eles precisarem de nós, nem os mandamos para1 lar,mas agarramos neles e viajamos com eles e sorrimos todos:-).

Cont
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 4:13 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Quando muitos pais de hoje acordarem e aprenderem a não dar tudo aos filhos, podem ter um dia a sua vida mais facilitada, pois quando se têm tudo, não se conhece o valor da vida, e quanto mais lhe dão, mais terão que dar ao longo do seu crescimento.Se não lhe derem, metem-se no mundo da droga, dos assaltos, tornam-se violentos, e a culpa é de quem?
ÚNICAMENTE DOS PAIS, QUE NÃO SOUBERAM EDUCAR O SEU FILHO.
Darem tudo, não é serem bom pais,mas saber educar os filhos com Nãos é bom.Abrir contas pr depositar o $que recebem em pequenos e até crescerem imenso, é bom, e sobretudo levarem-no para o banco, para ele dar o dinheiro.
Ensinar os mais novos a saberem lidar com o dinheiro e a saberem poupar, ajuda-vos sobretudo um dia no vosso futuro, pois eles respeitam-vos, eles não vos abandonam, eles ajudam-vos e compreendem melhor o próximo e tornam-se mais comunicativos e afáveis.
Meter um filho desde muito novo a trabalhar, não faz mal, mas muito bem, pois ele começa a acordar e a valorizar mais os dinheiro e quando entram no secundário e na faculdade, fazem de tudo para não reprovar, pois sabem quanto custa o curso e o que custa obter esse dinheiro.
Agora dando tudo desde pequenos, tornam-nos fúteis, tornam-nos mal educados, sem interesse por nada e um dia tornam-se violentos e agressivos para com os pais, porque dar tudo, não é educar bem1 filho,mas sim muito mal, e ter problemas ao longo dos próximos anos,pq depois eles chulam os pais o máximo q podem,ou roubam.Pensem bem.B.S
Sempre soube que as pernas de porco, defumadas...
bluelizard (seguir utilizador), 1 ponto , 12:26 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Sempre soube que as pernas de porco, ou chispe, eram deliciosas. Entre os meus 12 e os 15 anos, punha-me a pé pelas 7 da manhã. Vestia-me, alçava os tamancos de madeira com taxolas , lavava a cara na água gelada que a minha tia tinha ido buscar, de véspera, à cabeça, num cântaro de barro, à fonte a meio quilómetro de distância, num alguidar de barro também. A minha avó já se levantara e já tinha feito um caldo de batatas e couves e farelos para dar aos porcos que criava num quinteiro amplo. A corte do gado ficava debaixo da casa o que enfestava de moscas o único quarto com duas camos onde dormíamos todos. Tomava um golo de cevada, ia soltar as cabras e as vacas que iria levar ao cimo do monte onde permaneceriam a pastar até que pelas 15 horas as voltasse a ir buscar. O meu tio já se levantara, tomara um golo de cevada e partira para apanhar a carreira a 3 quilómetros da nossa casa, por caminhos de cabras, a caminho da vila onde trabalhava num talho. À noite voltaria, só que desta feira era sempre a subir. Trazía-me fígado que eu adorava de cebolada frito pela minha avó. Os nossos porcos, criados com todo o carinho, eram ali mortos. Como adorava os pésinhos de porco no cozido à portuguesa. Nunca soube se eram afrodisíacos; por aqueles lados as únicas coisas afrodisíacas eram as nossas amigas,que quando o milho já cobria dois cus nos deixavam entreter com o nosso amor desajeitado. Nunca tive educação sexual na escola ,nunca percebi como aprendera aquilo.
BOLOS DE CREME EM FORMA DE QUÊ?
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 20:58 | Segunda, 21 de Junho de 2010
«Se algum de vocês souber de uma pastelaria com bolos de creme em forma de pinto de órbitas amarelas agradeço que me diga: é que sinto vontade de me apaixonar outra vez.»

Apaixonar-se outra vez?
Alguma vez soube o que era isso? Não creio.
Você precisa é de apanhar umas boas pedras, umas bebedeiras, a ver se desemperra dessas paneleirices.

Ainda funciona as bolos de creme?
Quais coxas, nem uma cocha o aguenta, só se for da cabeça, home!

Eu arranjava-lhe um emprego era de pasteleiro!
A criatura quando tenta fazer humor ainda cria mais angústia...
(riso).

Há de facto mulheres que só podem ser umas santas!
Em forma de pinto?
joadearievilo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:50 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Bolos em forma de pinto? Para se apaixonar outra vez?

É fácil, mande o pedido para qualquer site brasileiro e será rapidamente satisfeito!

Para quem não sabe, pinto, no Brasil, também significa falo, pénis. O famoso escritor não sabe?
Eu sei, estamos em Portugal, mas os textos estão lá e cá.

Mas cada um apaixona-se pelos bolos, ou pintos, que achar amais apetecíveis!
Bons apetites!
Cuidados com os pintos de creme, geram paixões!
Os Lobos sempre comeram pintos............
jujubelle (seguir utilizador), 1 ponto , 23:50 | Segunda, 21 de Junho de 2010
Pintos, pintas.... este lobo está a armar-se em feroz... quando afinal foi um cordeirinho assanhado, vítima de abuso de uma coira alourada ,que hoje seria levada de rojo junto com aquela senhora da burka que tinha uma casa lá atrás do sol posto onde os adultos que gostam de crianças parece que se entretinham a... depenar pintos!
Valha-o Deus, seja um Lobo garboso, apaixone-se à dentada num lombo de vitela, numa perna de gazela, de zebra, de bicho que encha barriga! Agora um pinto!
  Que desilusão me deu hoje esta fera!!

jujubelle
    Antes torturado num banho de pó de talco   
joadearievilo (seguir utilizador), 1 ponto , 1:11 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Antes torturado num banho de pó de talco   
jujubelle (seguir utilizador), 1 ponto , 20:41 | Terça, 22 de Junho de 2010
Pérolas a porcos
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 10:53 | Terça, 22 de Junho de 2010
... e tanto havia para dizer... mas como os extremos se tocam... fico-me pelo título... Pérolas a porcos !
    Re: Pérolas a porcos   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Clube do Pé de Porco   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 13:02 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Clube do Pé de Porco   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:44 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Clube do Pé de Porco\\\Ai que querido,   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Quarta, 23 de Junho de 2010
    Re: Clube do Pé de Porco\\\Ai que querido,   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:44 | Quarta, 23 de Junho de 2010
    Re: Clube do Pé de Porco\\\Ai que querido,   
jujubelle (seguir utilizador), 1 ponto , 0:03 | Quinta, 24 de Junho de 2010
    Re: Clube do Pé de Porco\\\Ai que querido,   
Apolo (seguir utilizador), 1 ponto , 3:39 | Quinta, 24 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos\ UMA PÉROLA PARA O SR. MANUEL   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 12:52 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos\ UMA PÉROLA PARA O SR. MANUEL   
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 15:39 | Quarta, 23 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos   
jujubelle (seguir utilizador), 1 ponto , 20:47 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 22:19 | Terça, 22 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos   
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Quarta, 30 de Junho de 2010
    Re: Pérolas a porcos \ Com medo de dizer disparate   
Luísa Peluda (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Quarta, 30 de Junho de 2010
Pérolas a porcos
manuelrod (seguir utilizador), 1 ponto , 10:53 | Quarta, 23 de Junho de 2010
!!!
40 comentários
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