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Gripe A H1N1

Crianças até dois anos já podem ser vacinadas

Arranca esta segunda-feira uma nova fase da campanha de vacinação contra a gripe A, que incluiu as pessoas com doenças crónicas, profissionais de saúde em contacto directo com doentes e, ao contrário do inicialmente previsto, também as crianças entre os seis meses e os dois anos

visao.pt
8:43 Segunda-feira, 16 de Nov de 2009

Inicialmente estava previsto que esta semana começaria a ser vacinado o grupo B, que inclui pessoas com doenças crónicas como diabetes, problemas cardiovasculares, asma, insuficência renal e profissionais de saúde em contacto directo com doentes, entre outros.

Mas o Ministério da Saúde decidiu considerar como prioridade todas as crianças entre os seis e os 24 meses, pelo que também elas podem ser vacinadas a partir desta segunda-feira. O calendário inicial integrava as crianças saudáveis no grupo C e só começariam a ser vacinadas mais tarde, em função da chegada de novas doses de vacina.

A ministra da Saúde afirmou no Sábado que, no entanto, Portugal tem vacinas contra a gripe A (H1N1) em stock, pelo que os pais de crianças saudáveis dos seis aos 24 meses devem contactar os centros de saúde para saberem quando as podem vacinar.

Palavras-chave   vacina   gripe a   h1n1   crianças
 
 
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Verdadeiramente Inquietante
kizzaka (seguir utilizador), 2 pontos , 11:09 | Segunda-feira, 16 de Nov de 2009
Nunca como agora desejei tanto estar equivocado e ansiei que as contra-provas que arrasam a bondade da vacina da gripe suína (H1N1) sejam elas, isso sim, parte da tão propalada teoria da conspiração.

Por mais cartesiano que queira ser resta-me sempre a interrogação:

Por que será que os Estados se acham tão empenhados numa vacinação em massa contra uma gripe que, contabilizadas as vítimas em todo o mundo, até ao momento, não chegam sequer metade do número de óbitos (5 a 6 mil por ano em França, por exemplo) causados por vulgares gripes sazonais?

Será que o valor deste negócio (mais de €280 mil milhões) para o complexo farmacêutico mundial é meramente circunstancial?

E o que pensar da decisão, tenebrosa, da Ministra Ana Jorge que resolveu que as crianças deixem de ter de levar uma declaração médica a atestar a necessidade da vacina?

Como encarar como válida a preocupação contabilística desta servidora pública sobre o prazo de 24 horas para, uma vez abertas as doses que chegam em frascos de 10, serem usadas a fim de não haver desperdícios?

O que tem isto a ver com o dever da garantia pelo Estado da Saúde e Segurança públicas?

P.S.: Acabo de ouvir na estação francesa 'France Inter' que o governo autorizou finalmente o uso da vacina SEM ADJUVANTES! do Instituto Pasteur que, ainda por cima, é mais barata (€6.25) que a dos laboratórios Glaxo.
   
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