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Temporal na Madeira (c/ galeria de fotos)

Cavaco Silva visita Madeira entre dúvidas sobre vítimas

Enquanto o número "oficial" oscila entre 39 e 42, conforme a fonte, o Presidente da República visita a Madeira, onde todos os esforços se fazem para que a vida regresse à normalidade 

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
14:03 Quarta, 24 de Fevereiro de 2010
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A cidade do Funchal continua pelo quarto dia consecutivo após o temporal de 20 de Fevereiro condicionada ao trânsito automóvel devido as operações de limpeza e desobstrução de destroços.

Várias equipas municipais, do Governo Regional e de empresas privadas de construção civil assim como uma "legião" de voluntários procedem, com máquinas e à mão, aos trabalhos que visam permitir a normalização o mais breve possível da vida da cidade do Funchal.

Os trabalhos de esvaziamento dos parques automóveis de quatro centros comerciais da baixa do Funchal prosseguem no âmbito da operação de busca de eventuais vítimas da enxurrada de água, lama e pedras que cobriu a capital madeirense na sequência do transbordo dos ribeiros, cursos de água que descem das montanhas para o mar.

Números divergentes

O que se mantém, também, é a enorme confusão quanto ao número de vítimas da tragédia. O governo regional manteve, terça-feira, ao fim da tarde, o número oficial de 42 mortes confirmados. Mas, poucas horas depois, em directo para a TVI, o presidente Alberto João Jardim dizia que "mortos são os que estão na morgue", garantindo que os números oficiais são, afinal, "37 mortos confirmados, 18 desaparecidos e outros 18 ainda internados". 

Já esta quarta-feira, a presidência do Governo Regional apresentou novo balanço: 39 mortos. Enquanto a Secretaria de Estado do Turismo e dos Transportes mantinha o seu próprio balanço: 42 mortos.

Isto na véspera da visita à Madeira do Presidente da República, que se desloca ao arquipélago para ver no "terreno" a dimensão da "tragédia" que aconteceu na região, numa visita em que passará pelo centro do Funchal e pela Ribeira Brava e se encontrará com os desalojados.

A chegada do chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, está prevista para as 15h00, com a comitiva a deslocar-se primeiro ao centro do Funchal, uma das zonas mais atingidas pelo temporal que assolou sábado a ilha da Madeira.

Depois, o Presidente da República partirá para o concelho de Ribeira Brava, onde visitará algumas localidades.

 

Palavras-chave  mortes, , Madeira, temporal
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NÃO VALENDO A PENA REPETIR O QUE JÁ FOI DITO...
RedSoul (seguir utilizador), 1 ponto , 19:38 | Terça, 23 de Fevereiro de 2010
...E já foi muito, sobre as origens e as consequências da tragédia, não deixa de ser importante voltar a sentir o orgulho, que parecia perdido, de ver a forma como este pequeno grande povo se sabe unir quando tal é verdadeiramente necessário. Pena é ter sido em situação tão triste e lamentável!...
FORÇA, MADEIRA!!!
NÓS PORTUGUESES
Lailai aires (seguir utilizador), 1 ponto , 15:01 | Quarta, 24 de Fevereiro de 2010
.... somos um povo solidário e, o que se passa na MADEIRA, não deixa ninguem indeferente. No entanto, penso ser um dever, "pelo menos aqui no Continente", NÃO esquecermos, dos problemas que temos, tambem com o mau tempo. ex: Aveiro, Alentejo, Algarve, Lisboa e o TEJO sempre a subir. Quando o mau tempo, assolou o OESTE, que se solidarizou? quantas contas foram abertas para ajudar os Agricultores?Quantos programas de TV, se fizeram? Pensem. SE SOMOS TODOS PORTUGUESES........................
BOM DIA
SERIA IMPORTANTE APOIO PSICOLOGICO
andrade da silva (seguir utilizador), 1 ponto , 19:19 | Quarta, 24 de Fevereiro de 2010
Embora já tenha sugerido ao Presidente Republica, 1º Ministro, Ministro da Defesa e Governo RegionaL a necessidade de apoiar a Madeira com mais meios militares de engenharia, uma acção do tipo que os EUA fizeram relação ao Haiti e equipa de psicologos para apoiar aos desalojados e as pessoas em choque, apoio importante a fazer-se desde o inicio, o mais tardar recomendam os especialistas a partir das 72 horas.
MADEIRA - do sonho ao pesadelo
Moranina (seguir utilizador), 1 ponto , 21:14 | Quarta, 24 de Fevereiro de 2010
Pobres madeirenses ! penso que haverá desta vez uma "célula de crise" que concentrará todas as boas vontades para ajudar mais eficazmente a ilha; é evidente que o mesmo deverá ser feito em todas as regiões necessitadas, atingidas pelos temporais e outras pragas.
Infelizmente não vai resolver o problema da construção imobiliária desenfreada que, ao cimentar a ilha, impede que a terra absorva a água em excesso quando há temporais (pior ainda quando as vias de desaguamento são insuficientes).
DESASTRE NA MADEIRA
Alipio Carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 22:13 | Quarta, 24 de Fevereiro de 2010
Como Português sinto orgulho no povo da R.A. Madeira, na maneira que enfrentou a calamidade que os atingiu. Uniram-se todos e estão a levantar-se com determinação, vontade e orgulho, para voltarem a fazer daquela ilha um JARDIM. A dimensão do desastre é sem dúvida menor do que assolou o Haiti. Mas com menos ajudas nota-se que há organização e sentido de responsabilidade, aliada à vontade indómita de vencerem crise que os atingiu. Parabéns ao grande povo MADEIRENSE.
Para dizer a verdade...
Manuel Portugal Pires (seguir utilizador), 1 ponto , 10:29 | Quinta, 25 de Fevereiro de 2010
Na verdade, eu não sinto orgulho em viver no mundo em que vivo, nem tão pouco em ser Português.

Parece-me que as pessoas metem a cabeça na areia como dizem que a avestruz faz.

Muitos dizem que até são ateus ... mas quando surge a calamidade pedem o auxilio de todos os «deuses» e «santos», e esquecem-se de que a quase totalidade de tudo o que se acredita é simples invenção de homens sem escrúpulos.

Olhem por exemplo para o ditado:

Só chamam por «santa bárbara» quando ouvem os trovões.»

Mesmo esses «ateus» (de fachada) são mesmo capazes de pedir ajuda a uma «santa bárbara», que se existiu, está apenas no cemitério onde foi enterrada; ou no caso de fortes chuvas pedir ajuda a um «são pedro» morto e enterrado.

Obs. eu com isto não estou a convidar ao pessoal a ser «ateu» mas a ser previdente e lúcido.
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