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Derrocada em Albufeira

Avaliação do litoral é muito "complexa" e estes acidentes são "imprevisíveis" - INAG

O presidente do Instituto Nacional da Água (INAG), Orlando Borges, considerou hoje que os processos de avaliação das arribas do litoral "são de enorme complexidade" e acidentes como o registado hoje na Praia Maria Luísa, Albufeira, são "fenómenos de imprevisibilidade".

Lusa
18:28 Sexta, 21 de Agosto de 2009
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Albufeira, 21 (Lusa) - O presidente do Instituto Nacional da Água (INAG), Orlando Borges, considerou hoje que os processos de avaliação das arribas do litoral "são de enorme complexidade" e acidentes como o registado hoje na Praia Maria Luísa, Albufeira, são "fenómenos de imprevisibilidade".

"Estes são processos de enorme complexidade e há muita imprevisibilidade neste tipo de fenómenos", disse.

Orlando Borges falou aos jornalistas no restaurante da Praia que serve de posto de comando às operações de resgate e esteve acompanhado por Valentina Calisto, directora da Direcção Regional Hidrográfica do Algarve (ARH), a quem cabe "situações mais específicas de fiscalização do litoral".

Palavras-chave  praia, Albufeira, derrocada, Maria Luísa, INAG
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opinando a propósito
Zé Cravinho (seguir utilizador), 1 ponto , 9:18 | Sábado, 22 de Agosto de 2009
Ora aqui está mais uma desculpa para a incúria.Se há complexidade
na vigilância das arribas e falésias da costa do Algarve ou noutras, eu aconselho-vos a consultar os holandeses que são mestres na
construção de diques e no domínio da água.Há técnica para fazer
das praias do Algarve,lugares seguros e aprazíveis.As autoridades
deviam e devem tomar as precauções para evitar tragédias como
a que se deu na praia de Maria Luísa.Não basta pôr tabuletas a
indicar perigo.Deve-se é derrubar as arribas ou falésias que oferecem perigo.Não deixar construir casas quase à beira do Mar.
Deixar um espaço que deve ser público,onde se possa construir uma
avenida,com passeio para peões e ciclistas,entre a praia e o espaço
de construção de casas ou vivendas.Deve ser construido no Algarve
um Metropolitano mono-carril sôbre pilares(para não impedir o trânsito),que sirva as Povoações da beira-mar e da beira-serra.
Para produção de energia eléctrica ,há Sol e vento suficiente no
Algarve e no que respeita à água,no Mar ela existe em abundância
para ser transformada em água potável.É uma questão de os Empresários portugueses mostrarem o seu patriotismo,e investirem no País em vez de investirem nos offshores.Se não tiverem coragem para tal,então pode ser que haja uma Emprêsa estrangeira que o queira fazer.O que é indispensável é que o Estado,o Governo dê
facilidades e garantias a qualquer Emprêsa para realizar Obra que
custa centenas de milhões,mas que é uma Obra de interêsse público.
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