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Gripe A

Autópsia do feto inconclusiva sobre associação à vacina

A autópsia ao feto de oito meses que perdeu a vida, três dias depois de a mãe ter sido vacinada contra a gripe A, revela que a morte terá ocorrido na "sequência de alterações da circulação sanguínea", cuja causa não foi possível apurar

visao.ptLusa
22:39 Segunda, 16 de Novembro de 2009
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Os resultados da autópsia, realizada esta segunda-feira, não permitem concluir se é possível associar a vacinação contra a gripe A (H1N1) à morte do feto ou não, confirmou à agência Lusa fonte do Hospital de Portalegre.

"Os resultados revelam que a morte do feto terá ocorrido 18 a 24 horas antes da extracção do mesmo. De acordo com a autópsia, o feto terá morrido na sequência de alterações da circulação sanguínea (anóxia aguda). No entanto, desconhece-se a causa que esteve na origem destas alterações", lê-se no comunicado emitido pelo hospital.

Uma grávida de 34 semanas perdeu o bebé no sábado, três dias depois de ter sido vacinada contra a gripe A(H1N1), dois factos que os familiares suspeitam que estejam ligados, mas que o hospital de Portalegre diz não ser possível relacionar. 

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Palavras-chave  vacina, Gripe A, feto, bebé
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A GRANDE ILUSÃO E O PANDEMÓNIO DO EFEITO SEM SABER
Lightning bird (seguir utilizador), 1 ponto , 19:29 | Quarta, 18 de Novembro de 2009
A fantochada é esta. Anda tudo a olhar para os média, as notícias, os professores, os cientistas, os médicos, os doutores, o que eles dizem à televisão, a rádio, os jornais, etc, etc...e o povinho como vaquinha de pasto, vai levantando a cabecita e olhando para o palácio...mais um ruminar, uma ervinha...e lá olha para o palácio das notícias muito estupefacto com tal grandiosidade e estrutura...que grande coisa ali e eu só uma vaquita aqui.
Agora, claro, vêm dizer que os resultados da autópsia ao feto são inconclusivos em termos da relação da vacina administrada dias antes com a morte do feto. A vaca olha para as notícias e repara que há outras vacas nas notícias dentro do palácio, a dizerem o que é e o que não é.
Quando alguém morre e se faz uma autópsia, se as análises acusarem uma substância que de antemão já é classificada e conhecida como mortífera ou indutora de morte, é assim que se prova que a morte está relacionada com a substância, seja por overdose ou em quantidades conhecidas do índice mortífero de uma droga em que os sintomas, as circunstâncias e os hábitos das pessoas em causa indicam o sentido dessa relação. Ora, se a vacina foi aprovada e não classificada como mortifera, nem sequer perigosa e ainda por cima se fez e faz uma mega propaganda pelos órgãos sociais de comunicação e saúde, como é que então, numa autópsia se vai relacionar a substância "amiga" da vacina com a morte, se a substância não é considerada hostil pelas autoridades? Como é que se sabe?
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