"O sector realmente precisa de exemplos e, felizmente, tem sido possível em vários casos identificar as irregularidades, por vezes com atrasos, porque as coisas estão bem escondidas", disse Vítor Constâncio aos jornalistas à entrada de uma conferência na Universidade de Lisboa,
"A melhor dissuasão para o futuro é de facto a capacidade que as autoridades tiverem para punir as irregularidades. Neste caso, não há ainda uma prova visto que há apenas uma suspeição que levou à constituição de arguidos", afirmou.
O vice-presidente do BCP Armando Vara, arguido no processo Face Oculta, pediu a suspensão do mandato no banco liderado por Carlos Santos Ferreira, anunciou, esta terça-feira, a instituição.