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Gripe A (H1N1)

Agência Europeia do Medicamento encerra processos de morte fetal

A Agência Europeia do Medicamento deu como encerrado o processo que analisava uma relação causal entre a administração da vacina contra a gripe H1N1 e as mortes fetais, informou hoje o Infarmed em comunicado.

Lusa
10:02 Terça, 24 de Novembro de 2009
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De acordo com a nota de imprensa, "após a análise de toda a informação disponível, a existência de uma relação causal entre a administração da vacina 'Pandemrix' e a ocorrência de morte fetal foi considerada improvável", pelo que o processo foi encerrado.

O Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, acrescenta no comunicado que, até segunda-feira, recebeu duas notificações de morte fetal em Portugal após a administração da vacina contra a gripe H1N1, esclarecendo que não foi notificado sobre um terceiro caso, ocorrido no Hospital de Santo André, em Leiria, que circulou nos meios de comunicação social.

MANUAL DA VACINA:

 

DOSSIER SOBRE GRIPE A (clique em cada link para aceder aos conteúdos)

 

 

Palavras-chave  Gripe A, Doenças
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«Eppur Si Muove»
kizzaka (seguir utilizador), 2 pontos , 10:41 | Terça, 24 de Novembro de 2009
Ocasionalmente, isso não indica que a negação da Agência Europeia do Medicameto (EMEA) seja válida.

É verdade que a EMEA impôs as vacinas da Gripe A/H1N1 dos cinco laboratórios que assinaram contratos com os estados, independentemente de elas terem sido testadas devidamente.

Não existe, pois, nenhuma razão válida para aceitar as decisões da EMEA que, além de não ser nenhum organismo especializado da União Europeia, se acha em conluio com a Organização Mundial de Saúde e o complexo industrial da farmácia.

O complexo farmacêutico mundial factura a faraónica soma de mais de €280 mil milhões de euros com a operação da pandemia da Gripe A/H1N1 - ou gripe suína, que não se transmite do porco para o homem.

As gripes sazonais vitimam anualmente mais de seis muilhões de pessoas em todo o mundo. Os óbitos causados pela Gripe A/H1N1, contabilizados até agora, não chegam aos seis mil.

Nos EUA, Espanha, França, etc, o Pandemrix está banido. Na Polónia nem sequer há campanha de vacinação contra a Gripe A/H1N1 - aí, sabe-se que liberdade é a capaicidade de dizer NÃO! aos mercadores da saúde pública.

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