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Irão

A polémica "confissão" da mulher condenada a apedrejamento

A televisão estatal iraniana exibiu, na quarta-feira, uma alegada confissão de Sakineh Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento. O advogado diz que a mulher foi torturada dois dias antes de "confessar" o adultério e a participação do assassínio do marido

17:18 Quinta, 12 de Agosto de 2010
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As imagens mostram a iraniana que provocou uma onda de solidariedade internacional ao ser condenada à morte por apedrejamento a confessar o envolvimento na morte do marido. No entanto, o seu advogado já veio a público dizer que a mulher foi torturada dois dias antes até aceitar ser filmada a "confessar", segundo o The Guardian.

Na entrevista, transmitida na noite de quarta-feira, Sakineh também criticou o seu advogado por divulgar publicamente o seu caso e disse que isso envergonhou a sua família. 

Palavras-chave  iraniana, apedrejamento, confissão
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18 comentários
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...se matou o "marido"...
o patinador (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 20:01 | Quinta, 12 de Agosto de 2010
...bem, se matou o "man"...é bem morta!
...neste momento, todos os homens são poucos, para salvar este planeta!
Quem nunca torturou que atire a primeira pedra...
spitzer (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 12:01 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
A tortura é sempre chocante para qualquer adepto do Estado de Direito. Mas que moral temos nós para criticar a tortura no Irão, nós ocidentais que torturamos suspeitos de terrorismo e que colaboramos com prisões ilegais e outros esquemas de tortura.

Mas os terroristas são diferentes.. dizemos nós. o terrorismo é demasiado grave para respeitarmos os acusados, dizemos nós, em apoio aos americanos.
Mas então os iranianos poderão responder que levam o adultério muito a sério. Para nós, é o terrorismo que justifica a tortura.. para eles será o adultério. E quem somos nós para criticar o uso da tortura?
    Re: Quem nunca torturou que atire a primeira pedra   
JorgePauloSantos (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
    Re: Quem nunca torturou que atire a primeira pedra   
o patinador (seguir utilizador), 1 ponto , 20:36 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
off topic -AINDA numa atitude de revolta
su tavares (seguir utilizador), 2 pontos , 12:20 | Segunda, 11 de Outubro de 2010
Pela deficiência de funcionamento da lista completa do fórum da Visão dado que se recebe aviso de publicação e depois os artigos não são publicados...
Embora em 11-10-2010 parte deste problema tenha sido resolvido, no meu caso, ainda muitos dos meus artigos e acredito que de muitos utilizadores não foram publicados (rebuscados de uma forma útil e acessível, pelo menos)...
Assim continuo a não confiar na qualidade de funcionamento da lista completa do Fórum...
Declaro que vou continuar a tentar publicar e comentar na Visão mas vou publicar em simultâneo em

http://sutavares.livejour...
Onde irei rebuscar também os artigos que a Visão não publicou...

Convido todos que acreditarem numa imprensa (digital) livre a lerem os meus artigos nesse endereço acima e se entenderem comentar agradecia...

Convido, ainda, todos os que entenderem que lhes cortam a palavra e os artigos a fazerem uma conta (atenção que devem fazer, para que as pessoas não tenham receio de comentar, uma configuração especial para só registar o IP dos users anónimos que comentarem os vossos artigos) lá e publicarem em simultâneo na Visão e no livejournal.com! Se me quiserem convidar para ler os artigos no livejournal agradeço...

Obrigada
Su
Pobre Sakineh
candombe (seguir utilizador), 1 ponto , 18:09 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
Não há no Irão quem a defenda por ter morto (ou não??) o marido e a pena de morte, por lapidação, é a forma mais justa de fazer justiça mas, pelos vistos, também há em Portugal quem pense como os iranianos. Infelizmente. Em meu entender não está em causa a condenação de quem comete um crime, pois se cometeu o adultério, se matou ou se mandou matar deve ser julgada, condenada e cumprir a pena. A questão, para mim, está no tipo de condenação. Morte por lapidação. Só quem desconhece este tipo de execução é que pode estar insensível. Eu não estou. A Amnistia Internacional também e até o Presidente do Brasil tentou em vão salvá-la, oferecendo-lhe asilo.
    Re: Pobre Sakineh   
spitzer (seguir utilizador), 1 ponto , 10:33 | Sábado, 14 de Agosto de 2010
Hum...
Do_Contra (seguir utilizador), 1 ponto , 18:21 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
Será que lá no Irão se for o marido a cometer adultério também é condenado a ser apedrejado até morrer? Duvido...
Infelizmente...
jo57 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
Infelizmente, os portugueses do Sec. XXI nao sao como os Portugueses do Sec. XIX: nos fomos o primeiro pais do Mundo a abolir a pena de morte!!! Agora, parece que estamos invadidos por selvagens...
Infelizmente, o Islao, que era a religiao da tolerancia, da modernidade, da igualdade, transformou-se no oposto: uma religiao dominada pelo odio, por um machismo idiota que nao existia, e pelo tremendo gosto pelo sangue e pela vinganca...
Que pena, o Mundo em que vivemos....
QUE NOTÍCIAS VIRÃO DO IRÃO,
RedSoul (seguir utilizador), 1 ponto , 22:11 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
Que mentiras não serão?...
    Re: QUE NOTÍCIAS VIRÃO DO IRÃO,   
jo57 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:07 | Sexta, 13 de Agosto de 2010
1grande injustiça e uma grande mentira da tortura
Sabetudo (seguir utilizador), 1 ponto , 3:28 | Sábado, 14 de Agosto de 2010
Esta mulher foi torturada de tal modo até dizer que matou o marido, coisa que não fez, mas a tortura, obrigou-a a dizer isso e a criticar o seu advogado.
Só quem não percebe de tortura, é que acredita na mentira, porque jamis um filho arriscaria a sua vida se a mãe tivesse feito isso ao seu pai, até porque um filho gosta de ver os pais juntos e não separados.
Depois como as penas são ali, se o marido morreu, não vejo mal ela estar com outra pessoa, mas naquele país, as mulheres não podem voltar a viver com outra pessoa, se o marido morrer.
Já num país muçulmano, as viuvas, acabam por muitas vezes provocar, a morte de milhares de pessoas, como vimos há meses atrás, que uma viuva matou resmas de pessoas no metro da Rússia, exactamente, porque essas viuvas ao terem os maridos mortos, não podem casar-se e o destino está destinado, matar milhares de pessoas e também matar-se a ela mesma.
Este julgamento, é muito cruel, quem me dera que existisse cá para as pessoas que lançam fogo e que fosse no meio do fogo, talvez assim as pessoas pensassem antes de o fazer e de o meter.
Crimes horríveis por esta Europa são aos milhares
joadearievilo (seguir utilizador), 1 ponto , 20:06 | Sábado, 14 de Agosto de 2010
Pronto, cá está a Europa em festa de solidariedade! Não sabem nada do que se passou, mas é tão fácil condenar os outros, como diria o famoso relator desportivo ‘É disto que a minha gente gosta! ‘telenovela o mais real possível.

Mas nesta Europa, que estimula a criminalidade, a defende de unhas e dentes, existe alguma definição razoável de justiça, para passarmos a vida a condenar os outros?

Por amor, por amor... Por amor de merda, porque amor já se foi há tanto tempo! Deixem de ser meninos pipi, manobrados, enlatados, tomem atenção à sociedade onde vivem! Agarrem num punhado de juízo, umas gotinhas de inteligência desinfetada, afastem-se um bocado das doentias ideologias em moda, e tentem ser livres no ato de pensar.
Vão ver a merda que temos por cá, sem necessidade de importar lágrimas!

Crimes horríveis por esta Europa são aos milhares sem qualquer penalização.
    Desculpe, mas o que esta a defender?   
jo57 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:45 | Sábado, 14 de Agosto de 2010
    Re: Crimes horríveis por esta Europa são aos milha   
JorgePauloSantos (seguir utilizador), 1 ponto , 2:08 | Domingo, 15 de Agosto de 2010
    Nao leu o que escrevi!   
jo57 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:35 | Domingo, 15 de Agosto de 2010
passagens aereas promocionais
jgsantos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:57 | Terça, 17 de Agosto de 2010
No século XXI este tipo de julgamentos são inadmissíveis.

http://www.passagens-aere...
Islâmicos e tolerancia
JorgePauloSantos (seguir utilizador), 1 ponto , 0:28 | Quarta, 18 de Agosto de 2010
Considero os islãmicos a viver na Europa como sendo uma potencial ameaça à segurança de quem cá vive.
Se bem se recordam, os atentados em Londres foram levados a cabo por pacificos cidadão de origem islâmica que viviam pacificamente e perfeitamente integrados na sociedade inglesa. Os piratas do ar que desviaram os aviões empregues noas atentados de 11 de Setembro, idem aspas. A forma como a comunidade islamica tem proliferado nos países ocidentais que enfrentam com tolerancia a intolerancia fanatica poderá conduzir-nos a todos à tragédia. Relembro que pelo mundo islamico fora tem havido multiplos atentados contra alvos cristãos enquanto que por estes lados os muçulmanos continuam a prosperar utilizando em alguns casos as mesquitas construidas ao abrigo da nossa tolerancia e espirito democratico e de abertura para difundir mensagens de violencia e intolerancia. Acho que nesta situação não podemos dar a outra face.
O Islão na Europa corresponde a uma ameaça real e mesmo correndo o risco de ser fundamentalista ou racista ou lá o que quiserem chamar peço aos responsaveis europeus que expulsem os islamicos da Europa, que os enviem de volta para os seus paises.
Se recebo alguem na minha casa e esse alguem abusa da minha hospitalidade, não terei eu o direito de o mandar embora?
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