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Página inicial  >  Opinião  >  Miguel Carvalho  >  A Madeira que não vemos

A Madeira que não vemos

Jardim construiu no arquipélago um modelo de irresponsabilidade e inconsciência política. Está à vista. Tragicamente

1:37 Sexta, 26 de Fevereiro de 2010
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Não gosto de unanimismos. Como a prática ensina, os unanimismos trazem hipocrisia e cinismo atrelados. Algo que a tragédia da Madeira dispensa. Na verdade, não tenho de simpatizar com os regimes para ser solidário com os seus povos. Choro a Madeira. Mas não a Madeira erguida ao longo de décadas pelo doutor Alberto João Jardim. Essa não me merece qualquer tipo de condescendência ou caridadezinha de telejornal, à boleia de um qualquer heroísmo.

Explico: Jardim construiu no arquipélago um modelo de irresponsabilidade e inconsciência política. Está à vista. Tragicamente. A sua governação - ainda que disfarce algumas benfeitorias - entusiasmou e apadrinhou comportamentos, práticas e medidas que, em casos estudados e documentados, deixaram uma boa parte da região autónoma entregue à sua sorte. E quando a sorte de um povo depende da bondade ou maldade do tempo que faz, o crime tem nome: chama-se incúria. No mínimo.

O doutor Jardim terá dado à Madeira o betão e o folclore de que precisa para a sua sobrevivência política. Por demasiadas vezes - e assim continua - os governos da República lhe toleraram o intolerável. Não falo sequer das dívidas da região ou do saco sem fundo da governação de Jardim, permitido sem escrutínio nem açaime. Falo do olhar turístico que sempre tivemos sobre o problema clínico: como o doutor Jardim é um Carnaval em permanência, ignoramos o desplante e rimos com a alarvidade. O homem e a prática têm, por isso, mais cúmplices do que se julga.

Não se iludam: depois da lama, do entulho, das mortes, dos desaparecidos, dos sem abrigo, a Madeira imprevidente, a Madeira das negociatas e das obras de fachada que tentam domar a natureza, continuará sem julgamento nem condenação. Provavelmente, até ganhará com o regresso à normalidade.

Os outros, os que neste País perdem família numa ponte, num desabar de terras, numa fúria das águas e numa qualquer tragédia anunciada e documentada, têm a sentença escrita: mesmo com toda a solidariedade do mundo e do momento, continuarão sós. Entregues a quem deles não cuida, a quem os ignora quando faz sol. Até à próxima tragédia.

Se não perceberam o Haiti, tentem ao menos perceber a Madeira. E aí talvez ainda se vá a tempo de responsabilizar quem merece. Uma vez que seja.
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Um outro olhar sobre a Madeira!
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 9:46 | Sexta, 26 de Fevereiro de 2010
Caro Miguel,

Esta semana estou totalmente de acordo consigo. E nada mais tenho a comentar ao seu texto. Lamento as vidas que se perderam...
Um abraço,
Sara
PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVALHO
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 12:55 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Face aos comentários que foram surgindo nesta artigo, e porque fui atá ao momento a única comentadora a concordar com ele, penso ser meu dever explicar as razões.

Tenho discordado muitas vezes dos artigos dele e basta ver o da passada semana,... mas muitas vezes o nosso lado emocional, humano, não nos deixa ver as coisas com isenção...

Começo por alertar que a coluna do autor se chama "A devida comédia" daí que os artigos dele tem um olhar diferente sobre os acontecimentos.

Mas não vislumbro os erros dele. Quando ele refere que as pessoas da tragédia de Entre-os- Rios ficaram abandonadas depois de tanta solidariedade é ou não verdade? O que se passou no Haiti? Chocou o mundo, fez-se muito...mas hoje ninguém mais fala do Haiti e os problemas continuam lá. Ou seja a nossa solidariedade durou duas semanas talvez, até nos aparecer outra tragédia que ocupasse os telejornais.

O que ele escreve sobre a Madeira, que conheço bem, pode chocar...porque ele utiliza uma linguagem "despreocupada" mas nem por isso menos verdadeira. Lembram-se por ex. da última tragédia de 29 de Outubro de 1993 que deixou o Funchal irreconhecível?
Claro não tem comparação na sua dimensão com esta. Sei isso bem.

Mas o que eu acho (opinião pessoal) é que é PRECISO PENSAR ANTES DE RECONSTRUIR.
Se muitas críticas se lavantaram no dia seguinte à tragédia tipo "Nós tinhamos avisado" AJJardim reagiu violentamente, PROMETENDO FAZER TUDO COMO DANTES.

(continua)
PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVALHO/2
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 13:11 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
(CONTINUAÇÃO)

Se se repetirem os mesmos erros do passado... sujeitamo-nos a ter de novo uma tragédia semelhante.

Porque se é verdade que não há provas que a construção desordenada acentuou a tragédia (há estudos apenas)... não é menos verdade que outras catástrofes recentes, sugerem que a mão do HOMEM não é alheia ao que se passou.

Pedir a institituições credíveis como o LNEC, por ex., um estudo para saber como fazer, parece-me de bom senso. Construir pequenas "barragens " na montanha, para regular o fluxo das três ribeiras que desaguam no Funchal??? Subir a altura dos muros das ribeiras ??? Não construir rotundas e pontes por cima das ribeiras??? Não voltar a construir nos terrenos onde a água chegou???

Cabe aos especialistas na matéria avaliar o assunto.

O que eu penso é que se Jardim fizer tudo como dantes está a cometer um erro que pode provocar perdas de mais vidas e afectar a economia da região.

Estas são as razões porque concordei com Miguel Carvalho autor do artigo.

Não o conheço, não lhe coloco rótulos de esquerda ou direita... limito-me ao meu papel de comentadora a concordar ou discordar.

Porém achei que devia explicar porque escrevi no meu comentário "Esta semana estou totalmente de acordo consigo".

Tenhamos capacidade de ver e analisar com isenção. Ou será que pensam que este sofrimento me foi alheio? Que não reflecti sobre o assunto?

Sara
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 20:03 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 20:21 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 20:58 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 21:26 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 21:50 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 22:45 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
joaosousas (seguir utilizador), 1 ponto , 3:00 | Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
a.dúvida (seguir utilizador), 2 pontos , 9:16 | Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
    Re: PORQUE CONCORDEI COM O ARTIGO DE MIGUEL CARVAL   
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:46 | Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
Bem vindo... na diversidade
Manuel dos Santos (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:47 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
A tragédia ocorrida, precisamente porque o é, aconselha a momento de reflexão; fui sensível ao apelo de AJJ de virar a página. Escrevi já, num outro comentário, a minha sensibilidade a tal pedido. Não é uma ordem costumeira. AJJ foi sensato. E gosta de Agustina.Sem barreiras políticas. Respeito pessoal e institucional. O momento obriga, sim, pelos prejuízos financeiros do território e, sobretudo, pela perda de vidas humanas que nada pode suprir. Em qualquer lugar, nacional ou internacional. Reflexão, sim. Contenção, seguramente. O Governo e a Presidência da República representam um fio condutor de unidade nacional. Como não é nada contra a Madeira e os Madeirenses. Respeito a autonomia, e não gosto de desequilíbrios regionais. Que existem. Ele é o que resulta da imagem que entendeu dar. Pessoal. Nada se confunde com o Povo da Madeira. A identificação eleitoral é verdade que tem de ser respeitada. Como o é que tem de haver verdadeira democracia na Madeira, para além dos formais actos eleitorais. E liberdade em geral e de imprensa. Mas seja em que momento for, há-de haver investigação do que aconteceu. Como em qualquer outro local. Objectiva. Não contra ninguém. Nada devo ao Prof. Anibal Cavaco Silva. Não espero integrar o seu «staff». Mas nunca será, a meu ver, um «tal Silva», menos ainda certas referências ao PM. Pode doer, pode custar. Mas, de boa fé, acato tal virar de página. Atento. Na esperança de que não haja não regresso à página anterior. Divergência com elevação
esquerdistas
joaquim leal (seguir utilizador), 1 ponto , 17:02 | Sexta, 26 de Fevereiro de 2010
A resposta a este mesquinho articulista esquerdista está na análise da Maria João Avillez na sábado.
Enfim....
MadeiraSempre (seguir utilizador), 1 ponto , 0:09 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Você vê uma Madeira diferente da minha e da de muita gente, pelo os visto de mais de uma grande parte dos eleitores na Madeira nos últimos 30 anos.

Enfim, mais uma vez metem pessoas a falar do que não sabem...

É mais uma tentativa de sensacionalismo, como a sua revista fez esta semana, que só lhe fica mal.

Isto sem falar do oportunismo politico horrível que está fazer.

Já agora por curiosidade: já alguma vez teve na Madeira?
CEGO!
jpsjps (seguir utilizador), 1 ponto , 5:01 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Cego é aquele que infelizmente nao ve, mas mais cego o que nao quer ver. O Sr por acaso conhece bem a Ilha da Madeira?...Claro que nao, voce é mais um idiota, que acha que Portugal é so Lisboa, sem ofensa a mais ninguem. Essa terra que passei a conhecer em 1979, com as grandes dificuldades de entao, e conhecendo agora, é sem duvida o melhor cantinho para viver em Portugal e arredores.
N. Santos
Venezuela
A Madeira que não conhece
joaosousas (seguir utilizador), 1 ponto , 5:41 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Como se permite que as pessoas falem de algo que não sabem,de que não tem a certeza,simplesmente para descarregar as suas frustrações?
Como é possivel que o AJJ seja tão mau e que no entanto os madeirenses que o conhecem bem melhor que o Sr ,o elogiem e continuem a votar nele de uma forma quase unanime durante mais de 30 anos sem deixar qualquer margem para duvidas?Quando até os politicos da oposição reconhecem publicamente a sua obra e o desenvolvimento alcançado?A sua opinião não interessa para nada,quando pelo menos + de 200 mil pessoas que o conhecem muito melhor,pensam exactamente o contrário,e essa opinião tem sido expressada claramente nas urnas!
E mesmo que fosse verdade, o pior ainda é que não é o momento adequado para este tipo de opiniões pessimistas e não construtivas,enfim infelizes,basta ler a cronica anterior do Dr Mário Soares para percebermos que o Sr. ainda tem muito para aprender!
    Re: A Madeira que não conhece   
Osvaldo (seguir utilizador), 1 ponto , 12:39 | Terça, 9 de Março de 2010
    Re: A Madeira que não conhece   
igor_23 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:40 | Terça, 9 de Março de 2010
    Re: A Madeira que não conhece   
Seth (seguir utilizador), 1 ponto , 18:59 | Terça, 9 de Março de 2010
Muito pelo contrário...
Seth (seguir utilizador), 1 ponto , 22:45 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Boas a todos...

Sendo um madeirense de 18 anos, residente na Pérola do Atlântico, fui directamente afectado por estas enxurradas. Estive 5 dias fora de casa porque esta estava ameaçada por uma derrocada que teria o seu inicio 150 metros mais acima, no azarado sítio do Pomar da Rocha, por isso vivi bem de perto o que aqui se passou. Mas ainda antes de ser evacuado de casa na 2ªFeira, vivi momentos dificeis quando a ribeira da minha zona ameaçou galgar tudo e alagar/destruir tudo o que lhe aparecia à frente. Se ainda estou aqui para escrever este comentário, foi porque as muralhas, mandadas erigir pelo Governo Regional durante estes anos todos, aguentaram e bem a ribeira, que vinha com uma violência indescritível. No meu concelho da Ribeira Brava, as casas que não aguentaram foram aquelas que as pessoas insistiram em construir a meio da ribeira (no caso da Serra de Água), e a meio dos ribeiros (no caso do Pomar da Rocha). Se a ribeira não levou toda a vila da Ribeira Brava, foi porque estava bem ladeada pelas muralhas recentes, e se a água chegou ao adro da Igreja, foi porque galgou a ponte mais antiga que a Ribeira Brava tem, erigida muito antes de sequer algum de nós já andar neste mundo. Portanto, antes sequer de apontar o dedo a quem quer que seja, primeiro visite, ou pelo menos informe-se, sobre o que realmente aqui se passa...

Cumprimentos, Seth
A Devida Comédia? Deve ser o senhor...
Seth (seguir utilizador), 1 ponto , 23:04 | Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Uma ligeira pergunta: Já esteve na Madeira?

Parecendo uma pergunta sem grande importância, faz toda a diferença. Como já referi sou um madeirense de 18 anos, residente na sua terra natal. Poucas vezes saí de cá, por isso quando oiço notícias acerca de inundações em diversos pontos de Portugal Continental, lamento os seus prejuízos mas não me ponho a apontar logo responsabilidades... Não visitei nunca essas zonas, muito menos lá vivi, por isso não tenho qualificações NENHUMAS para andar a apontar o dedo seja a quem seja. Aparentemente, o contrário já não se verifica... Peço às pessoas que se queiram pronunciar sobre as responsabilidades destas enxurradas na Madeira, para virem cá ver com os seus olhos ou pelo menos informarem-se (IMPARCIALMENTE) antes de imitirem qualquer opinião... É verdade que o dr. Alberto João Jardim tem os seus defeitos, todos os temos, mas se eu hoje em dia estou vivo, ou demoro 20 min em vez de 2h para chegar à universidade em que estudo, ou tenho uma vida tranquila que os meus pais não tiveram, foi graças às políticas dos sucessivos governos do dr. AJJ...

Cumprimentos, Seth
Nascido a 4 de Abril
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 16:31 | Quarta, 3 de Março de 2010
Eu em 77, mas em 36 na mesma data, o Estado Novo, detentor do monopólio dos moínhos, impede a produção de farinha na Região por ser a pimeira (mesmo antes das ex-colónias) a protestar contra o Regime de então. O Regime actual ganha contornos semelhantes em 2009, avançam as goldenshares para comprar os que incomodam, bem só falta a EDP ou a GALP comprarem os supermercados, moínhos e afins da região para voltarem a nos ameaçar com a fome em vez da solidariedade nacional, justamente registada. Além disso, as dúvidas em relação à democracia do regime na região e o apadrinhamento, com defeitos e virtudes, caem por terra quando são nomeadas hordas de acessores, durante anos esteve planeado um aeroporto a 90km de Lisboa, em terreno semi-pantanoso e detido em grande parte por políticos de diferentes cores, acções de clubes de futebol servem de aval para o estado, é anunciada uma moção de censura mas quando o partido tiver nova liderança, primeiro fazemos uma comissão para empatar, infelizmente a nível nacional estamos todos no mesmo barco (o Titanic), e mostra que é necessário reformular a política, cá a questão atenua-se graças à estabilidade que o povo madeirense deu a quem reconhece mais ter feito em prol da região e do seu povo. Eu gostaria viver num país em que o PM defendesse todo o país da forma que o presidente da Região a conhece e defende, e que se endividasse mas com isso tivesse uma balança comercial positiva, um melhor salário mínimo, menos desemprego, crescimento PIB.
A parte Política/ Financeira da Região
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 16:33 | Quarta, 3 de Março de 2010
A região mais atrasada de Portugal em 1976, é em 2007 recomendada como ex. a seguir aos países recém-entrados na União, sendo o país globalmente apontado como ex. a não seguir. Pois é, apesar de se endividar a região não devolve o que recebe de Bruxelas por falta de projectos (sabemos o que queremos e projectamos) ou de implementação dos mesmos nos prazos previstos (cumprimos os prazos da União), o que dá a entender que globalmente Portugal é rico, pelo que dispensa os apoios da União, a Região não, é pobre e por isso não pode assistir impávida à devolução a Bruxelas de fundos para o seu desenvolvimento, endividando-se por vezes para não os perder, mas com isso gera riqueza, porporcionalmente é um grande ( o 2º) contribuinte para o orçamento de Estado. Ainda bem que as nossas vias rápidas não esperaram 50 anos como a auto-estrada do Algarve, ou 30 como a barragem do Alqueva, que se previa baixar a temperatura em 1ºC e aumentar a humidade a noroeste da barragem, e ironicamente é inaugurada um ano depois dos incêndios que devastaram por ex. Portalegre. Sim porque esta e só por ex. esta cidade é um país de 2ª, graças ao Carnaval que refere, não aceitamos ser portugueses e 2ª, e somos solidários com os restantes fomos os únicos a dizer sim à Regionalização (já autónomos). Por fim recomendo-lhe que pesquise ex:o dinheiro gasto no aeroporto civil de Beja, e em paralelo, veja as obras feitas e os voos civis chegados e partidos. Aí podemos falar de apadrinhar. Obrigado Portugueses
Falta um comentário
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 17:40 | Quarta, 3 de Março de 2010
O meu testemunho acerca dos deslizes de terras que vi nas montanhas, sem obras da Madeira ainda não foi publicado os meus dois outros comentários sucedem ao primeiro esclarecimento/testemunho.
Ajuda para limpar a areia dos olhos...
Bisgoncio (seguir utilizador), 1 ponto , 6:49 | Quinta, 4 de Março de 2010
A visão da realidade (política) madeirense continua distante da verdade, seja por opção clubística/partidária, seja por diminuído sentido cívico. Portugal continua com falta do nível de cidadania existente em sociedades mais desenvolvidas (por ex., Escandinava), permitindo que o país continue a ser gerido com mediocridade. As opções tomadas continuam a impedir o acesso daqueles mais necessários a uma gestão competente da coisa pública.
A democracia algemada do suserano madeirense limita a responsabilização de quem decide, entrega e constrói património arquitectónico e urbanístico. Importa é apresentar obra feita, mesmo que ela se venha a revelar mortal. E vejo nalguns comentários aqui publicados a existência de inúmeros cúmplices deste despudor. Continua-se a olhar e a gerir a Madeira como uma grande e divertida palhaçada. E a julgar pelas atitudes e comportamentos do actuais dirigentes portugueses, com uma mãozinha de Bruxelas, a irresponsabilidade e incúria vão continuar instaladas, quer em Lisboa quer no Funchal.
Para aqueles que não conseguem enxergar a realidade, sugiro o visionamento do video http://www.youtube.com/wa... Isto, partindo do pressuposto que a Visão pratica o pluralismo e o debate de ideias - o meu anterior comentário não aterrou neste espaço (público?).
Cumprimentos.
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 10:45 | Quinta, 4 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 11:00 | Quinta, 4 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
Bisgoncio (seguir utilizador), 1 ponto , 5:46 | Domingo, 7 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 10:33 | Segunda, 8 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 16:21 | Segunda, 8 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
igor_23 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:11 | Terça, 9 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 10:03 | Terça, 9 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
igor_23 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:18 | Terça, 9 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
Bisgoncio (seguir utilizador), 1 ponto , 7:38 | Quarta, 10 de Março de 2010
    Re: Ajuda para limpar a areia dos olhos...   
gtgv (seguir utilizador), 1 ponto , 17:18 | Quarta, 10 de Março de 2010
36 comentários
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